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terça-feira, 9 de abril de 2013

EPS do PT - Esquerda Popular Socialista convoca PT junto aos movimentos sociais para disputar o Brasil.





Aprofundar a relação do Partido dos Trabalhadores com os movimentos sociais para disputar a sociedade e defender o projeto democrático e popular dentro do governo da presidenta Dilma Rousseff foi a síntese do debate realizado pelos palestrantes da mesa “10 anos do PT no Governo Federal e Conjuntura Nacional e Internacional”, que abriu os trabalhos do Seminário Nacional da EPS, realizado no sábado, 06, na sede do Diretório Nacional do PT.

O dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) João Paulo Rodrigues reafirmou a proximidade do movimento com a tendência e com o partido na luta institucional. Informou que o movimento campesino está fazendo uma análise da atual conjuntura, que avaliam que o neoliberalismo não está derrotado e que é ponto central a necessidade do fortalecimento das forças de esquerda dentro da “frente” que sustenta o governo federal. “As mudanças que queremos virão da combinação da luta social com a luta institucional”, afirmou João Paulo.

João Felício, secretário de Relações Internacionais da Central Única dos Trabalhadores (CUT), alertou para o crescente ataque ao movimento sindical que está ocorrendo em todo o mundo. Sobre o PT, ressaltou a importância de todas as correntes petistas fazerem um grande esforço para impedir o distanciamento dos movimentos sociais da luta institucional. João Felício também declarou ser “questão de sobrevivência para a construção de um outro Brasil a democratização da comunicação e a ampliação dos investimentos em educação”.

O líder do governo na Câmara Federal, deputado Arlindo Chinaglia, da tendência Movimento PT, afirmou ser necessário o partido retomar o enfrentamento ideológico e político para consolidar o papel do PT e preparar o futuro do Brasil.

Representando a Consulta Popular, Ronaldo Fragoso também apontou como desafios para o aprofundamento do projeto democrático e popular maior ênfase na luta ideológica, unidade na luta pelas reformas necessárias capaz de democratizar a sociedade, e a capacidade de combinar a tática institucional com a luta social.

Para Angélica Fernandes, membro do Diretório Nacional do PT e da direção nacional da EPS, o governo do PT promoveu muitos avanços, mas ainda não desatou os nós para a construção de uma sociedade com homens e mulheres livres, e isso passa pela discussão das bases do projeto que o partido irá apresentar nas eleições de 2014. “A EPS tem que colocar na pauta a sintonia com os movimentos sociais. Nossa tarefa é defender o PT, mas não qualquer PT, é defender o PT que teve a capacidade de eleger um operário presidente e uma mulher presidenta”. Angélica finalizou afirmando que o PT precisa apresentar um projeto para que a sociedade reconheça que “nós somos o partido capaz de continuar a mudar o Brasil porque nós temos compromisso com a classe trabalhadora”.



EPS declara apoio a Rui Falcão presidente do PT

Num segundo momento do Seminário, após intenso debate, os membro da EPS aprovaram por unanimidade resolução de apoio à candidatura do companheiro Rui Falcão a presidente nacional do PT.

O apoio ao candidato que irá disputar a presidência do partido no Processo de Eleição Direta (PED), a ser realizado em novembro, tem bases programáticas que busca a unidade do partido e o debate profundo sobre o projeto petista para continuar disputando a sociedade brasileira com objetivo de construir um país mais justo e igual.

O candidato à reeleição recebeu a notícia com entusiasmo e emoção. Em seu discurso de agradecimento, relembrou sua trajetória política e de luta que teve início no período da Ditadura Civil-Militar e afirmou a importância de ter o apoio de uma corrente ideológica, que faz crítica construtiva. “É significativo [o apoio] porque muito do que vocês pensam vêm de encontro com o que eu acredito”, ressaltou Rui Falcão.

No final do Seminário, o ex-presidente do PT e ex-deputado federal José Dirceu esteve presente para saudar os membros da EPS e dizer da importância de ter uma tendência interna que mantenha viva a relação com os movimentos sociais.

terça-feira, 6 de março de 2012

Líder do PT reforça posição contra o aumento das barcas no Rio.

Líder do PT reforça posição contra o aumento das barcas no Rio

Jorge Lourenço, Jornal do Brasil

05/03 às 18h30 - Atualizada hoje às 12h23


Listado como um dos deputados que votaram a favor das barcas no manifesto divulgado pelo grupo Anonymous, o deputado estadual André Ceciliano (PT) esclareceu que a bancada petista foi contra a mudança da tarifa. Como a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) não tem mais a permissão de aprovar ou não os aumentos nos meios de transporte, o PT foi favorável apenas ao subsídio do governo. Se a passagem não fosse subsidiada, os usuários do Bilhete Único também pagariam R$ 4,50, e não R$ 3,10.

"Foi uma emenda nossa que garantiu a realização obrigatória de auditoria externa e independente no transporte aquaviário, que deverá ser apresentada na Alerj e poderá indicar a redução da tarifa", ressaltou o líder do PT na Alerj.

Em nota, André Ceciliano disse que "nossa bancada, na mesma votação, assinou também projeto de lei que inclui as barcas que operam em Paquetá, Ilha do Governador e nos municípios de Angra dos Reis e Mangaratiba no Bilhete Único intermunicipal, e aprovou o direito a duas viagens aquaviárias gratuitas por dia para moradores de Paquetá e Ilha Grande, devidamente cadastrados".

Competência

Hoje, a Agência Reguladora de Transportes do Rio (Agetransp) é o único órgão que tem competência para aprovar ou não aumentos das tarifas em meios de transportes. Cabe à Alerj, no entanto, aprovar a indicação dos integrantes do conselho da Agetransp. O quadro atual foi aprovado em 2009 e não recebeu o apoio do PT.

http://m.jb.com.br/informe-jb/noticias/2012/03/05/lider-do-pt-reforca-posicao-contra-o-aumento-das-barcas-no-rio/

sábado, 18 de fevereiro de 2012

ESQUERDA POPULAR E SOCIALISTA A (EPS) DO PT, também presente no estado do Rio de Janeiro.






Aconteceu na tarde do dia 26/11/2011, na sede do Partido dos Trabalhadores (PT) de Nova Iguaçu, região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, o Primeiro Congresso Estadual da Inaugurar um Novo Período e para a Fundação da Nova Corrente. Este nosso encontro contou com a presença de 30 militantes de sete municípios de nosso estado do Rio de Janeiro, representantes dos sindicatos dos comerciários e do SEPE, lideranças comunitárias, associações de moradores, ambientalistas e com a presença do companheiro convidado representando a corrente interna do PT Militância Socialista (MS).

O encontro teve início com a acolhida de todos os presentes, e logo foi passada a palavra para o companheiro da Militância Socialista (MS), que ressaltou a importância do fortalecimento da esquerda partidária, onde temos que construir alternativas para a transformação da sociedade.

Após foi lido o texto de Caio Fernandes, “Quem Somos?”, onde pudemos perceber quem somos nós e quantos somos.

Seguindo a programação, foi feita a análise de conjuntura pelo companheiro Renato Cordeiro, professor de História e diretor do Sindicato dos Profissionais da Educação do Estado do Rio de Janeiro (SEPE), onde foi ressaltada a importância da intervenção do Partido em relação ao governo federal, crítica em relação ao PT, com o governo do estado, onde o partido é subserviente ao governo Cabral, e um olhar macro sobre a região da Baixada Fluminense.

No Segundo Momento foi discutido a Resolução Política, que foi conduzia por Guilherme Monteiro, da Coordenação Nacional da Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP).

Foi eleita uma coordenação provisória da Nova Corrente,

Coordenadores – Ronaldo Castro e Renato Cordeiro
Secretárias – Patrícia Martins e Daniele Alves
Juventude – Guilherme Monteiro
Movimentos Sociais e Populares – Raimundo Sabino e Sergio Mauricio
Comunicação – Marcelo Reis
Sindicato – Renato Cordeiro e Bianca Monteiro
Mobilização – Eduardo Anselmo

Foi deliberado para representar o Estado do Rio de Janeiro no Congresso Nacional para a Fundação da Nova Corrente: Ronaldo Castro, Daniele Alves e Sergio Mauricio.

Na semana seguinte em São Paulo na escola Florestan Fernandes, mais precisamente no dia 04 de dezembro de 2011, fundamos a nossa nova corrente de esquerda do PT nacional que é a: ESQUERDA POPULAR E SOCIALISTA A (EPS) DO PT, também presente no estado do Rio de Janeiro.

Quem quiser ver mais fotos pode entrar no meu facebook - Guilherme Monteiro

http://www.facebook.com/guilhermepjmp?ref=tn_tnmn


Album -

Congresso do Inaugurar Rio de Janeiro

http://www.facebook.com/media/set/?set=a.254732917917316.64951.100001418290793&type=1

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Resolução Política da Esquerda Popular Socialista.


Resolução Política da Esquerda Popular Socialista

Porto Alegre, 25 janeiro 2012

A Esquerda Popular e Socialista – EPS - tendência petista fundada no dia 4 de dezembro de 2011, na Escola Nacional Florestan Fernandes em SP, nasce com a contribuição de militantes de 18 estados de todas as regiões do país afirmando a centralidade da luta dos/as trabalhadores/as e a relação orgânica com os movimentos sociais. Tem como princípios fundantes o feminismo, o combate ao racismo, à homofobia e a todas as formas de discriminação. A EPS surge com o objetivo de fortalecer o PT como instrumento capaz de formular e dirigir as principais frentes da luta política no Brasil, defendendo o governo Dilma, o aprofundamento das mudanças iniciadas no governo Lula, as reformas estruturais e tendo o socialismo como objetivo estratégico.

Resolução Política

A direção nacional da Esquerda Popular e Socialista do PT, reunida em 25 de janeiro de 2012, em Porto Alegre, sede do Fórum Social Temático, debateu a situação política e econômica internacional e nacional e aprovou a seguinte resolução:

1. Saudamos a realização desse Fórum Social em Porto Alegre, fruto do esforço dos movimentos sociais e partidos de esquerda, que mantêm acesa a chama do internacionalismo e da crítica anticapitalista.

2. Apontar alternativas globais e fortalecer a luta contra o capitalismo neoliberal se faz cada dia mais necessário. O agravamento da crise econômica mundial, cujo epicentro nesse momento é a Europa, deixa nítido que vivemos em um momento que evidencia a incompatibilidade estrutural entre capitalismo e democracia, entre capitalismo e emprego, entre capitalismo e políticas sociais.

3. Os mercados financeiros derrubam governos, desestabilizam economias. Os capitais internacionais seguem ditando regras, chantageando Estados, exigindo profundos cortes nas políticas públicas para direcionar recursos a banqueiros e especuladores. Suas receitas são políticas recessivas, que aprofundarão a crise, em um círculo vicioso sem fim. O desemprego, em todo o mundo, atinge níveis recordes, como mostram os números da OIT (200 milhões de desempregados, com tendência a agravamento). Cumpre ressaltar que os níveis de desemprego são, em média, três vezes maiores entre os jovens.

4. Embora a situação seja diferente no Brasil, na América Latina, na China e Índia, entre outros países, que não adotam políticas neoliberais, já sentimos a desacelaração dos índices de crescimento econômico. Não há garantias que um derretimento da Europa e um aprofundamento da crise mundial não afetem de maneira significativa também esses países, inclusive a economia brasileira.

5. É nesse contexto que as acertadas políticas dos governos Lula e Dilma devem ser aprofundadas. Estamos desafiados a continuar crescendo com aumento do emprego, distribuição de renda e expansão das políticas sociais. Cabe ao PT e aos movimentos sociais aprofundar o debate sobre medidas de fortalecimento das políticas públicas, de aumento dos salários, da garantia dos investimentos em infra-estrututura e de democratização do Estado brasileiro.

6. Radicalizar o compromisso democrático e popular do governo federal liderado pelo PT pressupõe corrigir algumas rotas. A começar pela política de juros, do superávit primário e de gestão da dívida interna, que seguem sendo um dreno gigantesco de recursos. Em 2011 foram cerca de R$130 bilhões de superávit primário. Uma fortuna que poderia estar sendo direcionada para saúde, educação, combate à pobreza ou novas obras.

7. Enfrentar a crise econômica significa fortalecer o mercado interno e distribuir renda de maneira efetiva. A reforma agrária deve voltar ao centro da agenda do PT e do governo federal. Democratizar a estrutura agrária e priorizar o apoio à agricultura familiar se faz combatendo a pobreza e a miséria, distribuindo renda e poder, gerando um círculo virtuoso de emprego e aumentando as condições de vida de milhões de pessoas. A reforma agrária, ao contrário do que pensam alguns, é absolutamente contemporânea e sua não-realização é uma das grandes lacunas na história do Brasil.

8. O primeiro ano do governo Dilma é motivo de orgulho para todo o PT e de todos setores que apoiam o projeto democrático-popular. A alta aceitação da presidenta é resultado de sua firmeza, de sua liderança, reflexo da continuidade das políticas democráticas iniciadas nos governos de Lula e também dos novos programas lançados, com destaque para o Brasil sem Miséria, com a generosa e ambiciosa meta de erradicar a pobreza extrema no país até 2014.

9. Agora, é preciso avançar. O PT e o governo Dilma devem retomar a agenda das reformas estruturais que estão paralisadas, como a reforma agrária (já mencionada), a reforma urbana, a reforma política, bem como o debate sobre a função social da propriedade, a democratização e regulação dos meios de comunicação, a redução da jornada de trabalho.

10. O PT e o governo Dilma devem seguir discutindo os impactos que a aprovação do código Florestal poderá trazer para a biodiversidade e a capacidade produtiva do país e para a correlação de forças entre os grandes interesses do agronegócio e as demandas de pequenos agricultores familiares. Aqui, saudamos os deputados federais que votaram contra o Código Florestal e o senador Lindberg Farias, único senador que se opôs de maneira consistente e votou contra o Código.

11. O PT e o governo Dilma devem atuar, ainda, de maneira enérgica no combate ao trabalho em condições análogas a escravidão. Segundo dados do Ministério do Trabalho, já foram localizados 294 infratores entre pessoas físicas e jurídicas, em geral, grupos de usineiros, madeireiros, fazendeiros e empresários do ramo imobiliário, de supermercados e shoppings. Nesta semana, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário denunciou a ocorrência de trabalho em regime de escravidão em Manaus, no Distrito Agropecuário da Suframa, na BR-174.

12. Nesse segundo ano de governo, o desafio é avançar e melhorar a interlocução e o diálogo com o conjunto dos movimentos sociais, dar mais peso à agenda dos direitos humanos (a Comissão da Verdade é um marco), às políticas de enfrentamento à desigualdade entre mulheres e homens, às políticas de promoção da igualdade racial, às políticas de combate à homofobia, entre outras.

13. É fundamental combinarmos as políticas econômicas, que ampliam a renda das famílias e combatem a pobreza, com iniciativas que ganhem esses setores para posições políticas mais avançadas, fazendo com que se comprometam como nosso projeto de transformação do Brasil. Afinal, muitas das propostas que apresentamos ao governo dependem da organização, da luta e da correlação de forças. Portanto, a agenda dos movimentos sociais, a elevação do nível de consciência das pessoas e a capacidade conquista de mudanças são tarefas da Esquerda Popular Socialista.

14. Reafirmamos, ainda, a necessidade de fortalecer as políticas que enfrentam e combatam a discriminação e a violência contra as mulheres, que desvelem o racismo e a homofobia, e que garantam o protagonismo das novas gerações. É dessa pauta que podem ser extraídas vitórias mais contundentes do campo socialista, inclusive no governo Dilma, e indicará mais claramente as alianças para a disputa eleitoral.

15. Essa agenda que retoma o fio histórico do programa democrático-popular dará nitidez ao PT nas disputas municipais. Será o momento de fazer a defesa do governo Dilma, apontando para os avanços, e fazer o contraponto à direita sem programa e sem discurso. As eleições municipais fortalecerão o PT se as disputarmos com uma visão nacional, com amplitude política, mas com radicalidade para demarcar campos e confrontarmos projetos.

16. É por isso que a política de alianças do PT não pode se transformar em algo amorfo, que tire nossa identidade política. O sucesso do Partido e do governo Dilma, a liderança de Lula, o esfacelamento do DEM e a divisão do PSDB faz com que muitos setores conservadores mudem de tática e tentem nos dividir, nos neutralizar. Os afagos da grande mídia à Dilma e a criação do PSD de Kassab são os fenômenos mais visíveis do reposicionamento das forças conservadoras na disputa política em curso.

17. Nesse sentido, uma aliança com Kassab na capital paulista, por exemplo, seria um verdadeiro tiro no pé, que desmobilizaria nossa militância, nossa base social e eleitoral. Nos tiraria discurso e nitidez, nos colocaria no jogo do adversário. Essa cautela com a política de alianças, sobretudo com o PSD, deve nos nortear em todas disputas, Brasil afora. Candidaturas próprias do PT em algumas disputas, como em Belo Horizonte, farão toda a diferença e adquirem sentido estratégico. O momento é de fortalecer o Partido dos Trabalhadores: eleger o maior número possível de prefeitos e prefeitas, vereadoras e vereadoras.

18. Por último, reiteramos nosso compromisso com o fortalecimento do conjunto das lutas e movimento sociais. O PT deve resgatar seu vínculo orgânico com o conjunto das entidades e movimentos que lutam por terra, moradia, salário, igualdade. Nesse sentido, reafirmamos a importância de seguirmos em sintonia política com os/as companheiros/as do MST, Via Campesina e da Consulta Popular. Quanto mais fortes as lutas sociais, mais fortes serão nossos governos e nossas condições para mudar a realidade e implementar o programa democrático-popular, ampliando seu sentido e conteúdo anti-capitalista.

19. A conjuntura exige que o PT aumente o tom da denúncia à criminalização dos movimentos sociais. Está em curso um processo de agudização da repressão e do uso das forças policias estatais contra os ativistas de diversos movimentos. O governo Alckmin é o maior protagonista de uma escalada conservadora e autoritária, que flerta com o fascismo em operações como a desocupação do “Pinheirinho”, em São José dos Campos, ou o ataque a moradores de rua/dependentes químicos na cracolândia. Em Goiás, o governo do Tucano Marconi Perillo realizou a operação desocupação do Parque Oeste Industrial em Goiânia nos mesmos moldes do Pinheirinho. São retrocessos inaceitáveis, incompatíveis com a democracia, e que representam a diferença entre os dois projetos: dos tucanos e do campo democrático e popular.

Viva o Fórum Social Temático!

Viva os movimentos sociais!

Viva o PT!

Porto Alegre, 25 de janeiro de 2012

Direção Nacional Esquerda Popular Socialista (tendência interna do PT)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Valmir Assunção justifica cisão em corrente do PT: 'Não ficou ninguém'

Valmir Assunção justifica cisão em corrente do PT: 'Não ficou ninguém'

Por Felipe Campos / David Mendes
O deputado federal Valmir Assunção (PT), ex-principal nome baiano da corrente petista Articulação de Esquerda (AE), justificou a sua saída junto com outros militantes para criar a nova vertente já denominada Esquerda Popular Socialista (EPS). “A AE estava se afastando dos movimentos sociais, da reforma agrária e das questões raciais.

Por isso que nós decidimos, em congresso organizado em dezembro, montar esse novo grupo já presente em 19 estados”, afirmou. Questionado pela reportagem do Bahia Notícias sobre quem embarcou na nova nau que navegará por águas petistas, o parlamentar citou o nome do deputado estadual Marcelino Galo (PT), de outros militantes e decretou: “Não ficou ninguém”, cutucou.

http://www.bahianoticias.com.br/

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sobrevivente do massacre de Corumbiara é assassinado em Rondônia










Adelino Ramos, o Dinho, sobrevivente do massacre de Corumbiara,

foi assassinado hoje, 27 de maio, pela manhã,

no distrito Ponta de Abunã, em Rondônia.

Adelino Ramos, conhecido como Dinho,

sobrevivente do Massacre de Corumbiara,

ocorrido em agosto de 1995, foi assassinado hoje, 27 de maio,

por volta das 10h00, em Vista Alegre do Abunã, na região da Ponta de Abunã,

município de Porto Velho (RO), enquanto vendia as verduras produzidas

no acampamento onde vivia. Ele foi morto por um motoqueiro,

próximo ao carro da família onde estavam sua esposa e duas filhas.

Dinho vinha denunciando a ação de madeireiros na região

da fronteira entre os estados de Acre, Amazônia e Rondônia.

Ele e um grupo de trabalhadores reivindicavam

uma área nessa região para a criação de um assentamento.

No início desse mês, o Ibama iniciou uma operação no local,

onde apreendeu madeira e cabeças de gado

que estavam em áreas de preservação.

Segundo a CPT na região, isso leva a crer que esse tenha sido

o motivo de sua morte. Dinho vinha sendo ameaçado há anos

e em reunião realizada em julho do ano passado em Manaus (AM),

com o ouvidor agrário nacional, Gercino Silva,

denunciou as ameaças contra sua vida e o risco que corria.

Dinho foi líder do Movimento Camponês de Corumbiara.

Fonte: CPT

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Conflitos no campo mataram 381 em dez anos


Com o assassinato do casal Maria do Espírito Santo da Silva e José Claudio Ribeiro da Silva, líderes do Projeto Agroextrativista Praialta-Piranheira, ontem, em Nova Ipixuna (PA) chega a 381 o número de mortos em conflitos no campo nos últimos dez anos em todo o país, segundo dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT). Ao que tudo indica, eles foram mortos por problemas com madeireiros da região.

O estado campeão é o Pará, que contabiliza 160 assassinatos a lideranças regionais, sem terra, índios, trabalhadores rurais, assentados e pequenos proprietários de terra. Apenas este ano, cinco pessoas perderam a vida. Para os ativistas, poucas são as esperanças de que os assassinatos tenham fim.

Ativistas reclamam de descaso do poder público

O advogado da Comissão Pastoral da Terra (CPT), José Batista Afonso, lembra que após o massacre de Eldorado dos Carajás, em que 19 trabalhadores rurais sem terra foram mortos numa ação violenta da Polícia Militar paraense em 1996, a expectativa era que o poder público “tomasse medidas mais enérgicas” contra os assassinatos no campo.

Jornal do BrasilAna Paula Siqueira

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Benício del Toro visita escola do MST


Por Maria Mello
Da Página do MST

“O MST traz oportunidade e esperança ao ser humano. Oportunidade de educação, de mudança. Tem os mesmos princípios que defendia Che Guevara, é portanto um movimento guevarista”.

A comparação é do responsável pela interpretação mais conhecida de Che no cinema, o ator porto-riquenho Benício Del Toro. Em visita à Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), em Guararema, nesta quarta-feira (15/9), Del Toro conheceu a experiência do espaço, voltado ao fortalecimento dos processos de estudo, articulação e intercâmbio entre organizações da classe trabalhadora do campo e da cidade.

Depois de visitar as instalações da Escola, o ator – que está no Brasil nesta semana – participou de um debate com o jornalista e escritor brasileiro Fernando Morais (autor dos livros Olga e Chatô, entre outros), a atriz Priscila Camargo, do Movimento Humanos Direitos (MHuD), e militantes de movimentos sociais do Brasil e da América Latina. “O sonho de Che está vivo aqui”, comentou.

Ao final da visita, usando o boné do MST, Del Toro ajudou a plantar um jambeiro na área externa na Escola.

Abaixo, veja fotos de Talles Reis

Benício del Toro visita escola do MST










quarta-feira, 28 de julho de 2010

MST repudia declarações de Serra

26 de julho de 2010

O MST repudia os retrocessos sociais simbolizados na candidatura tucana. José Serra é líder de uma coalizão conservadora, que pretende implantar em nível nacional suas políticas repressoras, tal como fez no estado de São Paulo em relação aos professores, sem-teto, sem terra.

Ele representa os interesses do latifúndio improdutivo, do agronegócio e das empresas transnacionais que não resolvem o problema das famílias sem terra e não garantem o abastecimento de alimentos saudáveis para a população brasileira. José Serra tenta criar um clima de terrorismo eleitoral, se vale de ameças e tenta criar um clima de raiva contra o MST porque não possui um projeto que de fato possa garantir a vida digna dos trabalhadores rurais e urbanos.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Pesquisador dos EUA lança livro sobre MST

Na próxima sexta-feira (19/3), a Editora Unesp, o Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (NEAD) e a Cátedra Unesco de Educação do Campo e Desenvolvimento Territorial promovem debate sobre o livro Combatendo a desigualdade social - o MST e a Reforma Agrária no Brasil.

Trata-se de uma pesquisa de proporções grandiosas. Elaborado por uma equipe de 19 especialistas brasileiros e estrangeiros - entre eles, cientistas políticos, sociólogos, engenheiros agrônomos, jornalistas e até um poeta - consiste em um dos documentos mais completos sobre a luta pela Reforma Agrária no Brasil.

capa do livro

capa do livro

Organizada pelo cientista político Miguel Carter, autor de vários textos sobre o MST, a obra tem como foco o trabalho desenvolvido para "combater os padrões históricos de desigualdade no Brasil rural". Ao longo de suas quase 600 páginas, os autores investigam os motivos que provocaram a abissal desigualdade da estrutura fundiária brasileira e as possíveis consequências desse flagelo social, assim como as reações populares a essa situação. O gancho para este estudo é justamente o MST, movimento que, de acordo com estimativas de Carter, conta com 1,14 milhão de membros - sendo, portanto, referência mundial no que se refere ao combate de políticas neoliberais e disparidade social.

Para a mesa de debates, estarão presentes Miguel Carter, cientista político e professor da School of International Service da American University, em Washington, DC (Estados Unidos); Bernardo Mançano Fernandes, geógrafo, professor da Unesp e coordenador da Cátedra Unesco de Educação do Campo e Desenvolvimento Territorial; Neuri Rossetto, da coordenação nacional do MST; Plínio de Arruda Sampaio, presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária e o senador Eduardo Suplicy.

O encontro - gratuito - acontece às 16h, no auditório da Editora Unesp, na Praça da Sé, 108 - 7º andar, no Centro de São Paulo (SP).


Fonte: MST