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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

MANIFESTO DOS JOVENS CATÓLICOS EM APOIO A DILMA 13 PRESIDENTA.



“Animados pela fé e bem certos da vitória

vamos fincar nosso pé e fazer a nossa história”


O Brasil tem vivido um importante ciclo de mudanças nos últimos anos. A valorização do salário mínimo, os programas de transferência de renda, a ampliação da oferta de vagas nas universidades e cursos técnicos, o crescimento do número de postos de trabalho e o programa Mais Médicos são alguns dos muitos avanços que marcam o processo de mudanças que tem melhorado a vida de brasileiros e brasileiras, especialmente dos/as jovens.  

Muito diferente dos tristes governos neoliberais, o Brasil hoje ocupa uma posição de destaque no cenário internacional, com o fortalecimento da sua economia e ampliação das relações com os outros países da América Latina e da África. Os jovens de hoje vivem num país melhor, não são ameaçados pela inflação galopante, vivem num país mais democrático, mais justo e com mais oportunidades e direitos. Porém, esse cenário ainda não é o desejado.

Temos muito o que conquistar para a garantia da vida plena e abundante da juventude.   Apesar dos esforços empreendidos pelo Plano Juventude Viva - Plano de prevenção à violência contra a juventude negra - a questão das mortes violentas ainda representa a maior preocupação da nossa juventude. O aumento dos homicídios e a persistência dos casos de violência policial atentam contra os Direitos Humanos e a democracia e impedem a conquista de novos espaços para  juventude negra  e pobre desse País. 

O grito "Chega de violência e extermínio de jovens" – encampado pelas Pastorais das Juventudes, pelos movimentos negros e por várias organizações da sociedade civil - continua atual e necessário.

Além disso, é urgente a implementação de políticas públicas que incidam no tema das drogas, que visem erradicar esse grave problema que vitima e ameaça o presente e futuro da nação! Fortalecer a política nacional de juventude e implementar o Sistema Nacional de Juventude são desafios para o próximo período.

Também é urgente a questão da mobilidade urbana. Os jovens querem viver a cidade, ocupar espaços e movimentos políticos e culturais, experimentar possibilidades de esportes e lazer, circular com fluidez pelo espaço público e conquistar direitos para uma vida digna e saudável.  Temos que encampar um firme debate sobre a circulação das várias juventudes no espaço da cidade.

No mesmo sentido precisamos considerar as demandas dos/as jovens do campo. É preciso garantir qualidade de vida e prosperidade para estes/as jovens sem a exigência de sair do campo para alcançar tais anseios. A ampliação da reforma agrária e o fortalecimento da agricultura familiar e da educação no campo são bandeiras ainda atuais.  Os/as jovens rurais também querem transitar nos vários espaços dos municípios e com isso exercerem direitos e possibilidades de emancipação e autonomia.

Ao mesmo tempo, a juventude deseja participar do cenário público do país. Repudia a corrupção e a concentração da riqueza, que é produzida pela maioria, nas mãos da  minoria. Os/as jovens necessitam de mais espaços de cultura e convivência Juvenil e afirmam que a educação de qualidade é fundamental para a transformação da sociedade e segue reconhecendo que é possível construir uma sociedade melhor, mais justa e igualitária!   

Como sujeitos desse processo, os/as  jovens católicos/as também querem fazer valer a sua posição dentro da conjuntura. Organizados/as em múltiplos espaços de articulação de fé e política, sabemos que é necessário incidir nesse processo eleitoral e apresentar uma análise sobre essa realidade. 

Sabemos que muitas são as questões em torno das quais o ciclo de mandatos do PT e dos seus aliados ainda precisam avançar. Mas, não temos qualquer dúvida de que, entre as opções apresentadas, é com a reeleição da presidenta Dilma que garantiremos as melhores condições para seguirmos na construção de um Brasil mais justo e igual.

Temos convicção de que pontos importantes da nossa agenda política avançarão mais e melhor com a renovação do mandato do campo democrático popular garantindo condições para o fortalecimento da luta contra a redução da maioridade penal, realização da reforma política com Plebiscito Popular e constituinte exclusiva e refundação do atual modelo de segurança pública com uma profunda revisão quanto ao papel da polícia e quanto ao significado das políticas de prevenção a violência no país.

Eleger Dilma é uma tarefa das forças populares. Não vamos deixar o Brasil retroceder no seu virtuoso ciclo de transformações e de inclusão social com participação e cidadania. É com Dilma que podemos falar de futuro, é com Dilma que o Brasil pode mudar mais.


Sou Jovem, Sou católico, Voto Dilma 13!

1.         Edgar Mansur, assistente social e membro do Conselho Nacional de Juventude pela Pastoral da Juventude (MG)

2.         Eric Moura, bacharel em administração e militante da PJMP (AM)

3.         Felipe da Silva Freitas, mestrando em direito pela Universidade de Brasília, presidente do Conselho de Juventude da Bahia (2009 - 2010) e militante da Pastoral da Juventude (BA)

4.         Claudia Santos da Silva, professora de história, sindicalista e assessora da PJMP (BA)

5.         André Luiz Fidelis de Azevedo, pedagogo, militante da PJMP e militante do Coletivo Força Tururu (PE)

6.         Lourival Rodrigues da Silva, presidente  do Centro de Formação e Assessoria em Juventude – Cajueiro (GO)

7.         Thiesco Crisóstomo, bacharel em Sistemas de informação, secretário nacional da Pastoral da Juventude entre 2011 – 2013, (PA).

8.         Roberta Agustinho da Silva, pedagoga, mestranda em educação e militante da Pastoral da Juventude (SP)

9.         Laécio Vieira, coordenação nacional da Pastoral da Juventude Rural

10.      Hildete Emanuele Nogueira de Souza, professora e secretária nacional da Pastoral da Juventude entre 2008 e 2010 (BA)

11.      Padre Geraldo Magela, assessor da PJMP na diocese de Nova Iguaçu (RJ)

12.      Michele Vieira, assistente social, presidenta do Conselho Estadual de Juventude da Bahia (2013 – 2014) e militante da Pastoral da Juventude (BA)

13.      Rúbia Nascimento, graduanda em ciências sociais e administração, técnica em teatro e militante da PJMP (AL)

14.      Alex Piero, diretor geral do Centro Cultural da Juventude de são Paulo, conselheiro nacional de juventude pela Pastoral da Juventude entre 2010 e 2011 (SP)

15.      Maciel Cover, pequeno agricultor, professor, militante da PJR  (RS)

16.      Daniely Barbosa bacharela em engenharia elétrica e membro da coordenação nacional da PJMP (RN)

17.      Leandro Dias, estudante de ciências sociais, militantes da PJMP e dos Agentes de Pastorais Negros (GO)

18.      Walkes Vargas, psicólogo e militante da Pastoral da Juventude (MS)

19.      Joilson Toledo, irmão marista, militante da PJ, Aparecida de Goiânia (GO)

20.      Edney Santos Mendonça, auxiliar administrativo, presidente do Conselho de Juventude do Amazonas entre 2011 e 2012 e membro do Conselho Nacional de Juventude entre 2008 e 2011 (AM)

21.      Silvano Silvero da Silva, ex Secretário Nacional das Pastorais da Juventude do Brasil, estudante de ciências sociais, Canoinhas (SC)

22.      Elis Souza, professora da rede pública municipal de Salvador e membro da coordenação nacional da Pastoral da Juventude (BA)

23.      Yulo Oiticica, vice-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia e ex assessor da PJMP (BA)

24.      Franciele Laureano Fidele, estudante de Arquivologia UFES - Viana ES

25.      Taisa da Silva Rocha, historiadora e militante da PJMP (GO)

26.      Ademir Jackson Pereira Lima, estudante, assessor parlamentar e militante  da PJ (AM)

27.      Wellington Neto, graduando em ciências sociais e membro da coordenação nacional da PJMP (AL)

28.      Wellington Ferreira da Silva, graduando em arte com licenciatura em teatro, militante da PJMP e representante Estadual da Rede de Jovens do Nordeste (AL)

29.      Redelson Tomaz da Silva, psicólogo, agente cultural e militante da PJMP (GO)

30.      Neyl A. Pereira dos Santos, graduando em direito e militante da PJMP (PE)

31.      Mariana Rocha Malheiros, advogada no Centro de Referência em Direitos Humanos Dom Hélder em Curitiba/PR, militante do Movimento Fé e Política (PR)

32.      Aelson Cardoso, graduando em Serviço Social, PJMP e membro da Rede de Educação Cidadã (AL)

33.      Elton Aleme, bancário, gerente da Caixa Econômica e militante da PJMP

34.      Laudiano Silva, graduando de bacharelado em humanidades, militante da PJMP (CE)

35.      Gilva Azeredo pedagoga e militante da PJMP (AL)

36.      Jone Braga de Moura, membro da comissão nacional da PJMP (AM)

37.      Simone Rodrigues, militante da PJMP e articuladora  do projeto: Para o Bem da Comunidade (AM)

38.      Sérgio Rogério Oliveira da Silva, graduado em letras e assessor da PJMP (AL)

39.      Mayara Suelirta graduanda em nutrição, militante da PJR e da Pastoral da Criança (RN)

40.      Rodrigo Rocha, engenheiro civil e militante da PJMP (RN)

41.    Rosenildo de Souza Trindade, acadêmico de História na UFAM, assessor parlamentar e militante da PJ (AM)

42.      Clayton Cabral, zootecnista, militante da Pastoral da Criança e Secretário da Juventude do PT (PE)

43.      Jessika Pereira de Oliveira, biologa e catequista (PE)

44.      Fernanda Rocha da Costa, graduanda em história e militante da PJMP (PE)

45.      Rodrigo das Neves, graduando em administração e militante da PJMP (PE)

46.      Suzana Gomes dos Santos, pedagoga, militante da PJMP (PE)

47.      Jeifa Alice Gericó, graduanda em direito e coordenação diocesana da PJMP de Petrolina (PE)

48.      Tiago Luiz de Souza, graduando em Engenharia Civil e militante da PJMP (PE)

49.      Ronaldo Monteiro Cerqueira, historiador com especialização em Juventude, assessoria leiga da PJMP (RJ)

50.      Guilherme Monteiro Cerqueira, professor de História e Coordenação Nacional da PJMP.

51.      Simone da Silva Serafim, professora e assessora da PJMP (RJ)

52.      Ricardo da Paz, militante PJMP (RJ)

53.      Suellen dos Santos Ferreira, militante da PJMP, Diocese de Nova Iguaçu (RJ)

54.      Filipe Carvalho, professor de História (PE)

55.      Maria Leoneie da Silva técnico em edificações e militante da PJMP

56.      Carlos Marcelo Martins Carvalho, graduado em Ciências Sociais e Pedagogia, Especialista em Ciência Política e assessor nacional da PJMP.

57.      Carlos Alberto Andrade, estudante de direito e militante da PJ - Canto do Buriti (PI)

58.      José Nilson de Sousa Silva educador social e membro da Pastoral da Juventude (CE)

59.      Carla Saadia Oliveira Moreira, assessora da Pastoral da Juventude regional Nordeste 3 – Bahia e Sergipe

60.      Mayara de Queiroz Oliveira Ribeiro da Silva, militante da PJ (BA)

61.      Eliane Silva dos Santos, articuladora da Pastoral da Juventude da Arquidiocese de São Salvador (BA)

62.      Moisés L. Dos Santos assessor da Pastoral da Juventude

63.      Vitor Volejo, assessor da PJ (BA)

64.      Jaqueline Daiane, assessora da PJ Salvador (BA)

65.      Bruno Conceição da Silva, estudante de Pedagogia e Secretário Regional da PJ NE 3 – Bahia e Sergipe

66.      Gilvando da Luz Assunção, assessor da PJ (BA)

67.      Ivan Santos Silva, assessor da Pastoral da Juventude

68.      Erick Pinheiro Fideles, técnico agrícola e militante da Pastoral da Juventude - Mutum (MG)

69.      Eberth Gonçalves Fideles, policial militar e militante da Pastoral da Juventude Mutum-MG

70.      Raiza Pinheiro Fideles, estudante e militante da Pastoral da Juventude Mutum - MG

71.      Raí Francisco Pinheiro Fideles estudante e militante da Pastoral da Juventude Mutum - MG

72.      Samuel Rodrigues Lopes Mendonça,  assessor parlamentar e militante da Pastoral da Juventude

73.      Claudia Cristina Monteiro Lima, assessora parlamentar e militante da Pastoral da Juventude (GO)

74.      Luiz Rogério Monteiro Lima, professor e militante da Pastoral da Juventude Rio Verde/GO,

75.      João Marcos Pikarid, coordenação da PJ Diocese de Goiás

76.      Edilson da Silva Gondim, Educador Popular e membro da Pastoral da Juventude Marabá (PA)

77.      Edenilson Martins de Oliveira, trabalhador rural e militante da Pastoral da Juventude Mutum (MG)

78.      Alexandrina de Fatima Reis Silva, funcionária pública municipal e militante da Pastoral da Juventude, Varginha (MG)

79.      Noelle Carolina de O. Lopes, assistente social e militante da Pastoral da Juventude, Betim (MG)

80.      Darlene Andrade Silva, funcionária pública e militante da Pastoral da Juventude

81.      Uelen Medeiros, secretário da Pastoral da Juventude - Arquidiocese de Salvador (BA)

82.      Marcos Pereira, historiador e militante da Pastoral da Juventude (BA)

83.      Jonas Miranda Silva, escrevente de cartório, graduando em direito, militante de Pastoral da Juventude, Ipaba  (MG)

84.      Amarildo José dos Santos, auxiliar administrativo, graduando em Administração, militante da Pastoral da Juventude, Ipaba ( MG)

85.      Valéria Vieira Martins, técnico em enfermagem, produtora rural, militante da Pastoral da Juventude, Iapu  (MG)

86.      Maciel Cover, pequeno agricultor, professor, militante da PJR  (RS)

87.      Rita de Cassia a. Campos , assistente administrativa, secretária da PJ

88.      Vildilene Andrade dos Santos Bonfim, assistente social e militante da Pastoral da Juventude (MG)

89.      Carlinho Manoel da Cruz, músico popular e militante da Pastoral da Juventude

90.      Gedeon Ribeiro, vice coordenador da da PJ Forania Costa do Descobrimento (BA)

91.      Henrique Carvalho Alves, farmacêutico e militante da Pastoral da Juventude, Belo Horizonte (MG)

92.      Lorena de Jesus Castro,  estudante de pedagogia, militante da PJE Belo Horizonte (MG)

93.      Suely Maria Crisóstomo de Oliveira, estudante de Letras Língua Inglesa na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA), Marabá (PA).

94.      Alessandro Moreira Seara, psicólogo e militante da PJ Belo Horizonte (MG)

95.      Rodrigo Bramusse, engenheiro de produção e militante da PJ Belo Horizonte (MG)

96.      José Wilson Correa Garcia, professor e militante da Pastoral da Juventude, Russas (CE)

97.      Allana Mátar de Figueiredo, professora e militante da Pastoral da Juventude, Belo Horizonte (MG)

98.      Beatriz Peixoto de Paula, agente de pastoral, Betim (MG)

99.      Fabiano Carneiro, Educador, militante da Pastoral da Juventude Patrocínio (MG)

100.  Alan Tavares Ribeiro, estudante de Geografia na Universidade Federal do Ceará (UFC), professor da rede estadual de ensino e Militante da Pastoral da Juventude, Fortaleza (CE)

101.  Hélder Pires, Licenciado em filosofia (PE)

102.  Raissa Maria Barbosa da Costa, acadêmica de história na UFAM e militante da PJ (AM)

103.  Samara Daniele Souza dos Santos, estagiária na Associação de Servidores da Universidade do Estado do Amazonas e militante da PJ (AM)

104.  Tenasol da Costa Viana, assessor parlamentar e militante da PJ (AM)

105.  Thaieny Gama Barata, bacharel em sistemas de informação e militante da PJ (AM)

106. Francisco de Assis Aguiar da Silva, historiador e militante da PJMP (RJ)


Se você também quer assinar este manifesto escreva para jovenscatolicos13@gmail.com ou mande um  whatsapp para (92) 9323-8351 ou (31) 8839-6304 ou (75) 8811-7861.

Queira! 
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo...

terça-feira, 9 de abril de 2013

EPS do PT - Esquerda Popular Socialista convoca PT junto aos movimentos sociais para disputar o Brasil.





Aprofundar a relação do Partido dos Trabalhadores com os movimentos sociais para disputar a sociedade e defender o projeto democrático e popular dentro do governo da presidenta Dilma Rousseff foi a síntese do debate realizado pelos palestrantes da mesa “10 anos do PT no Governo Federal e Conjuntura Nacional e Internacional”, que abriu os trabalhos do Seminário Nacional da EPS, realizado no sábado, 06, na sede do Diretório Nacional do PT.

O dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) João Paulo Rodrigues reafirmou a proximidade do movimento com a tendência e com o partido na luta institucional. Informou que o movimento campesino está fazendo uma análise da atual conjuntura, que avaliam que o neoliberalismo não está derrotado e que é ponto central a necessidade do fortalecimento das forças de esquerda dentro da “frente” que sustenta o governo federal. “As mudanças que queremos virão da combinação da luta social com a luta institucional”, afirmou João Paulo.

João Felício, secretário de Relações Internacionais da Central Única dos Trabalhadores (CUT), alertou para o crescente ataque ao movimento sindical que está ocorrendo em todo o mundo. Sobre o PT, ressaltou a importância de todas as correntes petistas fazerem um grande esforço para impedir o distanciamento dos movimentos sociais da luta institucional. João Felício também declarou ser “questão de sobrevivência para a construção de um outro Brasil a democratização da comunicação e a ampliação dos investimentos em educação”.

O líder do governo na Câmara Federal, deputado Arlindo Chinaglia, da tendência Movimento PT, afirmou ser necessário o partido retomar o enfrentamento ideológico e político para consolidar o papel do PT e preparar o futuro do Brasil.

Representando a Consulta Popular, Ronaldo Fragoso também apontou como desafios para o aprofundamento do projeto democrático e popular maior ênfase na luta ideológica, unidade na luta pelas reformas necessárias capaz de democratizar a sociedade, e a capacidade de combinar a tática institucional com a luta social.

Para Angélica Fernandes, membro do Diretório Nacional do PT e da direção nacional da EPS, o governo do PT promoveu muitos avanços, mas ainda não desatou os nós para a construção de uma sociedade com homens e mulheres livres, e isso passa pela discussão das bases do projeto que o partido irá apresentar nas eleições de 2014. “A EPS tem que colocar na pauta a sintonia com os movimentos sociais. Nossa tarefa é defender o PT, mas não qualquer PT, é defender o PT que teve a capacidade de eleger um operário presidente e uma mulher presidenta”. Angélica finalizou afirmando que o PT precisa apresentar um projeto para que a sociedade reconheça que “nós somos o partido capaz de continuar a mudar o Brasil porque nós temos compromisso com a classe trabalhadora”.



EPS declara apoio a Rui Falcão presidente do PT

Num segundo momento do Seminário, após intenso debate, os membro da EPS aprovaram por unanimidade resolução de apoio à candidatura do companheiro Rui Falcão a presidente nacional do PT.

O apoio ao candidato que irá disputar a presidência do partido no Processo de Eleição Direta (PED), a ser realizado em novembro, tem bases programáticas que busca a unidade do partido e o debate profundo sobre o projeto petista para continuar disputando a sociedade brasileira com objetivo de construir um país mais justo e igual.

O candidato à reeleição recebeu a notícia com entusiasmo e emoção. Em seu discurso de agradecimento, relembrou sua trajetória política e de luta que teve início no período da Ditadura Civil-Militar e afirmou a importância de ter o apoio de uma corrente ideológica, que faz crítica construtiva. “É significativo [o apoio] porque muito do que vocês pensam vêm de encontro com o que eu acredito”, ressaltou Rui Falcão.

No final do Seminário, o ex-presidente do PT e ex-deputado federal José Dirceu esteve presente para saudar os membros da EPS e dizer da importância de ter uma tendência interna que mantenha viva a relação com os movimentos sociais.

terça-feira, 6 de março de 2012

Líder do PT reforça posição contra o aumento das barcas no Rio.

Líder do PT reforça posição contra o aumento das barcas no Rio

Jorge Lourenço, Jornal do Brasil

05/03 às 18h30 - Atualizada hoje às 12h23


Listado como um dos deputados que votaram a favor das barcas no manifesto divulgado pelo grupo Anonymous, o deputado estadual André Ceciliano (PT) esclareceu que a bancada petista foi contra a mudança da tarifa. Como a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) não tem mais a permissão de aprovar ou não os aumentos nos meios de transporte, o PT foi favorável apenas ao subsídio do governo. Se a passagem não fosse subsidiada, os usuários do Bilhete Único também pagariam R$ 4,50, e não R$ 3,10.

"Foi uma emenda nossa que garantiu a realização obrigatória de auditoria externa e independente no transporte aquaviário, que deverá ser apresentada na Alerj e poderá indicar a redução da tarifa", ressaltou o líder do PT na Alerj.

Em nota, André Ceciliano disse que "nossa bancada, na mesma votação, assinou também projeto de lei que inclui as barcas que operam em Paquetá, Ilha do Governador e nos municípios de Angra dos Reis e Mangaratiba no Bilhete Único intermunicipal, e aprovou o direito a duas viagens aquaviárias gratuitas por dia para moradores de Paquetá e Ilha Grande, devidamente cadastrados".

Competência

Hoje, a Agência Reguladora de Transportes do Rio (Agetransp) é o único órgão que tem competência para aprovar ou não aumentos das tarifas em meios de transportes. Cabe à Alerj, no entanto, aprovar a indicação dos integrantes do conselho da Agetransp. O quadro atual foi aprovado em 2009 e não recebeu o apoio do PT.

http://m.jb.com.br/informe-jb/noticias/2012/03/05/lider-do-pt-reforca-posicao-contra-o-aumento-das-barcas-no-rio/

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Atividade dos 32 anos do PT em Mesquita - RJ, tendo a frente o nosso futuro prefeito do município André TAFFAREL.








Atividade dos 32 anos do PT em Mesquita - RJ, tendo a frente o nosso futuro prefeito do município André TAFFAREL, também estiveram presentes neste grande ato que mobilizou a militância PeTista de Mesquita e toda a baixada fluminense, que contou com a participação da Direção Estadual da Esquerda Popular e Socialista - RJ, corrente interna do PT, também estiveram conosco o pré candidato à vereador em Nilópolis Valcimerio Alves da Silva e à pré candidata a vereadora em Queimados Aline Amiga dos Bairros.

Parabéns PT pelos seus 32 anos de luta, resistência por um Brasil ainda melhor e ao amigo André TAFFAREL, futuro prefeito de Mesquita, todo o nosso apoio e ajuda!!!

Ronaldo Castro
sempre na Luta Por Cidadania

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Plenária Cidadania Plena em Belford Roxo.

Ceinho, Aline Amiga dos Bairros, o deputado estadual do PT Robson Leite e Ronaldo Castro.




Daniele, Ronaldo Castro, Ceinho e Luiz - da Direção Estadual da Esquerda Popular e Socialista.

Ceinho, Betão, Valcimério - Cidadania em Tempo Real, Aline - Amiga dos Bairros e Ronaldo Castro.

Aline - Amiga os Bairros, deixando uma mensagem de incentivo e luta para o Paulo Roberto - Pela Cidadania Plena.

Paulo Roberto - Pela Cidadania Plena, Aline - Amiga os Bairros e Ronaldo Castro.

Daniele, Ronaldo Castro, Aline - Amiga os Bairros e Ceinho.



Participamos na última quinta feira, dia 09/02/2012, da Plenária Cidadania Plena uma atividade de pré campanha à vereador do Paulo Roberto, em Belford Roxo que contou com a participação da Direção Estadual da Esquerda Popular e Socialista - RJ, corrente interna do PT, do deputado estadual do PT Robson Leite, do padre Vicente e de diversas lideranças comunitárias e sociais do município de Belford Roxo, também estiveram conosco o pré candidato à vereador em Nilópolis Valcimerio Alves da Silva e à pré candidata a vereadora em Queimados Aline Amiga dos Bairros, tivemos uma presença significativa de pessoas nesta nossa atividade em mais ou menos 150 participantes, que ficaram eufóricos e animados para caminhar junto com Paulo Roberto.

Ronaldo Castro
Sempre na Luta Por Cidadania.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Resolução Política da Esquerda Popular Socialista.


Resolução Política da Esquerda Popular Socialista

Porto Alegre, 25 janeiro 2012

A Esquerda Popular e Socialista – EPS - tendência petista fundada no dia 4 de dezembro de 2011, na Escola Nacional Florestan Fernandes em SP, nasce com a contribuição de militantes de 18 estados de todas as regiões do país afirmando a centralidade da luta dos/as trabalhadores/as e a relação orgânica com os movimentos sociais. Tem como princípios fundantes o feminismo, o combate ao racismo, à homofobia e a todas as formas de discriminação. A EPS surge com o objetivo de fortalecer o PT como instrumento capaz de formular e dirigir as principais frentes da luta política no Brasil, defendendo o governo Dilma, o aprofundamento das mudanças iniciadas no governo Lula, as reformas estruturais e tendo o socialismo como objetivo estratégico.

Resolução Política

A direção nacional da Esquerda Popular e Socialista do PT, reunida em 25 de janeiro de 2012, em Porto Alegre, sede do Fórum Social Temático, debateu a situação política e econômica internacional e nacional e aprovou a seguinte resolução:

1. Saudamos a realização desse Fórum Social em Porto Alegre, fruto do esforço dos movimentos sociais e partidos de esquerda, que mantêm acesa a chama do internacionalismo e da crítica anticapitalista.

2. Apontar alternativas globais e fortalecer a luta contra o capitalismo neoliberal se faz cada dia mais necessário. O agravamento da crise econômica mundial, cujo epicentro nesse momento é a Europa, deixa nítido que vivemos em um momento que evidencia a incompatibilidade estrutural entre capitalismo e democracia, entre capitalismo e emprego, entre capitalismo e políticas sociais.

3. Os mercados financeiros derrubam governos, desestabilizam economias. Os capitais internacionais seguem ditando regras, chantageando Estados, exigindo profundos cortes nas políticas públicas para direcionar recursos a banqueiros e especuladores. Suas receitas são políticas recessivas, que aprofundarão a crise, em um círculo vicioso sem fim. O desemprego, em todo o mundo, atinge níveis recordes, como mostram os números da OIT (200 milhões de desempregados, com tendência a agravamento). Cumpre ressaltar que os níveis de desemprego são, em média, três vezes maiores entre os jovens.

4. Embora a situação seja diferente no Brasil, na América Latina, na China e Índia, entre outros países, que não adotam políticas neoliberais, já sentimos a desacelaração dos índices de crescimento econômico. Não há garantias que um derretimento da Europa e um aprofundamento da crise mundial não afetem de maneira significativa também esses países, inclusive a economia brasileira.

5. É nesse contexto que as acertadas políticas dos governos Lula e Dilma devem ser aprofundadas. Estamos desafiados a continuar crescendo com aumento do emprego, distribuição de renda e expansão das políticas sociais. Cabe ao PT e aos movimentos sociais aprofundar o debate sobre medidas de fortalecimento das políticas públicas, de aumento dos salários, da garantia dos investimentos em infra-estrututura e de democratização do Estado brasileiro.

6. Radicalizar o compromisso democrático e popular do governo federal liderado pelo PT pressupõe corrigir algumas rotas. A começar pela política de juros, do superávit primário e de gestão da dívida interna, que seguem sendo um dreno gigantesco de recursos. Em 2011 foram cerca de R$130 bilhões de superávit primário. Uma fortuna que poderia estar sendo direcionada para saúde, educação, combate à pobreza ou novas obras.

7. Enfrentar a crise econômica significa fortalecer o mercado interno e distribuir renda de maneira efetiva. A reforma agrária deve voltar ao centro da agenda do PT e do governo federal. Democratizar a estrutura agrária e priorizar o apoio à agricultura familiar se faz combatendo a pobreza e a miséria, distribuindo renda e poder, gerando um círculo virtuoso de emprego e aumentando as condições de vida de milhões de pessoas. A reforma agrária, ao contrário do que pensam alguns, é absolutamente contemporânea e sua não-realização é uma das grandes lacunas na história do Brasil.

8. O primeiro ano do governo Dilma é motivo de orgulho para todo o PT e de todos setores que apoiam o projeto democrático-popular. A alta aceitação da presidenta é resultado de sua firmeza, de sua liderança, reflexo da continuidade das políticas democráticas iniciadas nos governos de Lula e também dos novos programas lançados, com destaque para o Brasil sem Miséria, com a generosa e ambiciosa meta de erradicar a pobreza extrema no país até 2014.

9. Agora, é preciso avançar. O PT e o governo Dilma devem retomar a agenda das reformas estruturais que estão paralisadas, como a reforma agrária (já mencionada), a reforma urbana, a reforma política, bem como o debate sobre a função social da propriedade, a democratização e regulação dos meios de comunicação, a redução da jornada de trabalho.

10. O PT e o governo Dilma devem seguir discutindo os impactos que a aprovação do código Florestal poderá trazer para a biodiversidade e a capacidade produtiva do país e para a correlação de forças entre os grandes interesses do agronegócio e as demandas de pequenos agricultores familiares. Aqui, saudamos os deputados federais que votaram contra o Código Florestal e o senador Lindberg Farias, único senador que se opôs de maneira consistente e votou contra o Código.

11. O PT e o governo Dilma devem atuar, ainda, de maneira enérgica no combate ao trabalho em condições análogas a escravidão. Segundo dados do Ministério do Trabalho, já foram localizados 294 infratores entre pessoas físicas e jurídicas, em geral, grupos de usineiros, madeireiros, fazendeiros e empresários do ramo imobiliário, de supermercados e shoppings. Nesta semana, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário denunciou a ocorrência de trabalho em regime de escravidão em Manaus, no Distrito Agropecuário da Suframa, na BR-174.

12. Nesse segundo ano de governo, o desafio é avançar e melhorar a interlocução e o diálogo com o conjunto dos movimentos sociais, dar mais peso à agenda dos direitos humanos (a Comissão da Verdade é um marco), às políticas de enfrentamento à desigualdade entre mulheres e homens, às políticas de promoção da igualdade racial, às políticas de combate à homofobia, entre outras.

13. É fundamental combinarmos as políticas econômicas, que ampliam a renda das famílias e combatem a pobreza, com iniciativas que ganhem esses setores para posições políticas mais avançadas, fazendo com que se comprometam como nosso projeto de transformação do Brasil. Afinal, muitas das propostas que apresentamos ao governo dependem da organização, da luta e da correlação de forças. Portanto, a agenda dos movimentos sociais, a elevação do nível de consciência das pessoas e a capacidade conquista de mudanças são tarefas da Esquerda Popular Socialista.

14. Reafirmamos, ainda, a necessidade de fortalecer as políticas que enfrentam e combatam a discriminação e a violência contra as mulheres, que desvelem o racismo e a homofobia, e que garantam o protagonismo das novas gerações. É dessa pauta que podem ser extraídas vitórias mais contundentes do campo socialista, inclusive no governo Dilma, e indicará mais claramente as alianças para a disputa eleitoral.

15. Essa agenda que retoma o fio histórico do programa democrático-popular dará nitidez ao PT nas disputas municipais. Será o momento de fazer a defesa do governo Dilma, apontando para os avanços, e fazer o contraponto à direita sem programa e sem discurso. As eleições municipais fortalecerão o PT se as disputarmos com uma visão nacional, com amplitude política, mas com radicalidade para demarcar campos e confrontarmos projetos.

16. É por isso que a política de alianças do PT não pode se transformar em algo amorfo, que tire nossa identidade política. O sucesso do Partido e do governo Dilma, a liderança de Lula, o esfacelamento do DEM e a divisão do PSDB faz com que muitos setores conservadores mudem de tática e tentem nos dividir, nos neutralizar. Os afagos da grande mídia à Dilma e a criação do PSD de Kassab são os fenômenos mais visíveis do reposicionamento das forças conservadoras na disputa política em curso.

17. Nesse sentido, uma aliança com Kassab na capital paulista, por exemplo, seria um verdadeiro tiro no pé, que desmobilizaria nossa militância, nossa base social e eleitoral. Nos tiraria discurso e nitidez, nos colocaria no jogo do adversário. Essa cautela com a política de alianças, sobretudo com o PSD, deve nos nortear em todas disputas, Brasil afora. Candidaturas próprias do PT em algumas disputas, como em Belo Horizonte, farão toda a diferença e adquirem sentido estratégico. O momento é de fortalecer o Partido dos Trabalhadores: eleger o maior número possível de prefeitos e prefeitas, vereadoras e vereadoras.

18. Por último, reiteramos nosso compromisso com o fortalecimento do conjunto das lutas e movimento sociais. O PT deve resgatar seu vínculo orgânico com o conjunto das entidades e movimentos que lutam por terra, moradia, salário, igualdade. Nesse sentido, reafirmamos a importância de seguirmos em sintonia política com os/as companheiros/as do MST, Via Campesina e da Consulta Popular. Quanto mais fortes as lutas sociais, mais fortes serão nossos governos e nossas condições para mudar a realidade e implementar o programa democrático-popular, ampliando seu sentido e conteúdo anti-capitalista.

19. A conjuntura exige que o PT aumente o tom da denúncia à criminalização dos movimentos sociais. Está em curso um processo de agudização da repressão e do uso das forças policias estatais contra os ativistas de diversos movimentos. O governo Alckmin é o maior protagonista de uma escalada conservadora e autoritária, que flerta com o fascismo em operações como a desocupação do “Pinheirinho”, em São José dos Campos, ou o ataque a moradores de rua/dependentes químicos na cracolândia. Em Goiás, o governo do Tucano Marconi Perillo realizou a operação desocupação do Parque Oeste Industrial em Goiânia nos mesmos moldes do Pinheirinho. São retrocessos inaceitáveis, incompatíveis com a democracia, e que representam a diferença entre os dois projetos: dos tucanos e do campo democrático e popular.

Viva o Fórum Social Temático!

Viva os movimentos sociais!

Viva o PT!

Porto Alegre, 25 de janeiro de 2012

Direção Nacional Esquerda Popular Socialista (tendência interna do PT)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011





Com o anúncio realizado pelo governo Federal que diz que nossa Mesquita terá a primeira Escola Federal Técnica, uma luta que vencemos juntos, desde à época do movimento estudantil, um sonho que agora irá se tornar realidade, Artur Messias valeu a pena nossa luta, por isso e muito mais que tenho "ORGULHO DE SER MESQUITENSE" !!!!

André Taffarel

domingo, 18 de setembro de 2011

Por uma nova corrente socialista e de massas no PT !!!

RESOLUÇÃO POLÍTICA

Nós, militantes do PT, representantes das seguintes correntes e agrupamentos políticos: Inaugurar um novo período, Tendência Marxista, UPS, PT de Aço, militantes do MRS, e ainda representantes e militantes que se organizam em torno de diversos mandatos da esquerda petista, como o do deputado federal Domingos Dutra (PT-MA), o deputado estadual Anísio Maia (PT-PB), o deputado estadual João Daniel (PT-SE) – sem prejuízo de novas adesões – concordamos na necessidade de constituir uma nova corrente de esquerda, feminista e socialista. Após análise e debate do atual momento no PT, em particular, os desafios da esquerda petista, entendemos que a conjuntura pede e o partido precisa de uma nova tendência com coesão e força política que:

  1. dispute decisivamente os rumos do PT;
  2. estabeleça relações orgânicas com os movimentos sociais, do campo e da cidade, priorizando sua atuação nas lutas de massa;
  3. tenha o socialismo como objetivo estratégico;
  4. tenha o feminismo e o combate ao racismo como princípios fundantes;
  5. convoque o movimento sindical e popular, os militantes da CUT, o conjunto dos lutadores sociais para se incorporar ao PT e a disputa dos seus rumos;
  6. priorize os diversos movimentos e pautas da juventude, os direitos humanos, a defesa da laicidade do Estado, o combate à intolerância religiosa, a luta contra a homofobia, a defesa dos povos indígenas e quilombolas, a luta anti-proibicionista, a luta pela democratização dos meios de comunicação e pelo direito à cultura;
  7. reivindique centralidade para a reforma urbana, para a luta ambiental e por um novo modelo de desenvolvimento, baseado na sustentabilidade;
  8. defenda a reforma agrária, agricultura familiar, a demarcação das terras indígenas, o reconhecimento das terras quilombolas e dos atingidos por barragens;
  9. busque uma atuação institucional que promova esses objetivos estratégicos, fortalecendo o governo Dilma, na perspectiva de aprofundamento das conquistas sociais do povo brasileiro;
  10. priorize o debate e formação política permanente da sua militância;

A partir dessa compreensão, os 180 militantes de 19 estados, reunidos no Seminário “Inaugurar um novo período”, decidem:

1- Abrir um processo de construção de uma nova corrente de esquerda e socialista no PT, que tenha uma atuação de massas;

2- Convocar um congresso de fundação desta nova tendência, para os dias 3 e 4 de dezembro de 2011, que terá etapas estaduais e poderá também ter etapas municipais e regionais. A proporção para eleição de delegados ao Congresso será definida posteriormente.

3- O Congresso de fundação se dará através de um processo amplo de debate com a participação de milhares de militantes do PT e lutadores sociais que se engajem por adesão através dos encontros de base e preparatórios;

4- Eleger um conselho político e um grupo de trabalho nacional para conduzir o processo de fundação desta nova tendência.

5- Assegurar o critério da paridade entre mulheres e homens na direção e demais órgãos da nova tendência;

6- Assegurar a pluralidade étnico-racial e a representação da juventude na direção e demais órgãos da nova tendência;

7- O temário do Congresso de fundação será o seguinte:

A- Conjuntura Internacional e Nacional

B- A construção do PT, o governo Dilma e os desafios da nova tendência;

C- O PT, os movimentos sociais e a relação com a nova tendência na luta pelo socialismo no Brasil;

D- Programa, Estratégia e Tática para construção do socialismo

E- Política sobre as frentes de massas: Mulheres, Sindical, MST e Agrária, Juventude, Combate ao Racismo, LGBT, Meio-Ambiente, Cultura e Movimentos Populares;

F- Política para a frente institucional;

G- Politica para as eleições sobre eleições de 2012;

H- Política de Formação, implantação e crescimento da nova tendência

I- Politica de comunicação da nova corrente, site, redes sociais, lista e ações de comunicação, propaganda e agitação politica;

J- Politica de Finanças

K- Aprovação do Regimento Interno da nova corrente;

L- Eleição da Direção Nacional e aprovação do nome da nova corrente;

8- Será construído após o Congresso Nacional um processo de retorno nos estados e municípios para debater a implementação da politica de construção da nova tendência;

9- No Congresso Nacional, os diversos deputados e deputadas que se engajarem na nova corrente deverão constituir uma articulação parlamentar no âmbito da bancada federal do PT;

10- Para consecução do processo de constituição da nova tendência os signatários dessa resolução decidem unificar todas as estruturas organizativas que existam, finanças e comunicação, de modo a facilitar e agilizar essa unificação, inclusive nos estados e municípios;

A nova tendência já nasce com representantes nos seguintes estados RS, SC, SP, MG, MS, GO, BA, PE, CE,PB, SE, MA, AL, AM, AC DF, RN, RJ, PA e com representação nas direções do PT, na direção nacional da CUT e da UNE, nas direções estaduais da CUT, em diversas UEEs, no MST, na CONAM, no movimento de mulheres, em diversos movimentos sociais, sindicatos. Nasce também com a participação de prefeitos e vice-prefeitos, deputados federais, estaduais e vereadores.

Convidamos toda militância petista que se identifique com esses princípios e agenda política a se incorporar nesse processo de fundação de uma nova tendência socialista no PT.

“Em nossa bandeira todas as cores, em nossos corações todos os sonhos.”

Contatos: Valmir Assunção – (61) 9902-5102

Mauro Rubem – (62) 8472-5618

Assessoria imprensa: Ernesto Marques (71) 9129-8150

E-mail: porumanovatendencia@gmail.com

segunda-feira, 25 de julho de 2011

PJMP inicia a II Etapa da Escola Nacional José Adelar Nunes.


A Pastoral da Juventude do Meio Popular, inicia hoje dia 25/07/11, a II Etapa da Escola Nacional de Formação José Adelar Nunes, em Recife até domingo dia 31/07/2011, esse momento da PJMP - para jovens iniciantes oriundos de seus grupos de jovens da base, boa sorte e muita inspiração e fé na caminhada aos alunos e alunas que estarão participando deste momento rico de formação, apredizagem, amizade e fé transformadora de luta e libertação, para serem de fatos sementes transformadoras de uma nova sociedade onde não exista exclusão e todos e todas sejamos irmãos e irmãs

Meus parabéns a esta iniciativa da PJMP, em pensar a formação do(a) jovem, como todo, para que tenhámos um jovem crítico sabendo do seu real papel de intervenção na sociedade e na igreja.


Ronaldo Castro
PJMP
Rio de Janeiro

Historiador com pós graduação em Juventude.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Igreja progressista negocia com os conservadores para impor nova derrota à ultradireita católica!!!


D. Waldyr Calheiros faz uma análise do quadro político brasileiro


A fragmentação dos partidos da direita no país empurra uma parcela significativa do eleitorado conservador para o centro, com a formação do Partido Social Democrata (PSD), liderado por Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, sob as bênçãos de tucanos e democratas ávidos por uma chance de se aproximar da parcela de centro-esquerda que ocupa o Palácio do Planalto. Esta, por sua vez, realiza um movimento de rápida aproximação do ideário capitalista, demonstrada na recente visita do presidente norte-americano, Barack Obama, ao Brasil e na defesa contundente dos interesses de ruralistas por parte do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), relator das reformas no Código Florestal.

Os novos tempos da política nacional se refletem na disputa recente entre a parcela mais radical da Igreja Católica, liderada pela Arquidiocese Metropolitana de São Paulo, e setores outrora progressistas, hoje no campo da centro-direita, apenas como uma barreira de contenção ao ultraconservadorismo dos signatários daquele panfleto que acusava a então candidata, a atual presidenta Dilma Rousseff, de defensora do aborto, prócer do comunismo ateu, líder guerrilheira, ladra e assassina.

Às vésperas das eleições, em outubro do ano passado, por encomenda da Diocese de Guarulhos, segundo confessaram os proprietários da gráfica que imprimiu o panfleto intitulado Apelo a todos os brasileiros e brasileiras, assinado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, a Polícia Federal – a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – abriu um processo, até agora inconcluso, para identificar a participação do bispo D. Luiz Gonzaga Bergonzini, da Diocese de Guarulhos (SP) na campanha de difamação contra Dilma Rousseff.

Na época, liderada pela professora Monica Serra, mulher do candidato derrotado à Presidência da República pelo arco da direita, José Serra, ganhava corpo uma campanha feroz contra a adversária petista. A própria Dilma, em um dos últimos debates em rede nacional de TV, pediu a Serra que impedisse sua mulher de seguir adiante com o bordão sobre o suposto apoio petista ao aborto.

Além da ação dos policiais federais junto às gráficas paulistas, a indignação da artista e coreógrafa Sheila Canevacci Ribeiro, ex-aluna de Mônica Serra, publicada aqui no Correio do Brasil em matéria exclusiva, na qual lembrava o momento em que a mulher de Serra relatara em sala de aula o aborto a que teria se submetido, foi suficiente para que o candidato recuasse e o assunto se visse afastado do noticiário na imprensa conservadora, duas semanas antes das eleições. A reação do Judiciário e da imprensa independente, no entanto, não deteve o objetivo dos bispos ligados aos setores mais retrógrados da Igreja, de ganhar a Presidência da CNBB.

Até o término das eleições na CNBB, encerradas com a posse de Dom Raymundo Damasceno, em missa rezada nesta sexta-feira, a ultradireita tentou ocupar os cargos em disputa. Dom Raymundo foi eleito em segunda votação, com 196 votos, pois no primeiro escrutínio, apesar da dianteira, não alcançou a maioria necessária de dois terços, 182 votos. Em segundo lugar ficou o cardeal Dom Odilo Scherer, com 75 votos.

No primeiro escrutínio, segundo relatório da CNBB, Dom Damasceno obtivera 161 votos contra 91 de dom Odilo. Na primeira votação, também foram votados o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta (14); o arcebispo de São Luís (MA), Dom José Belisário da Silva; o arcebispo de Belo Horizonte (MG), Dom Walmor Oliveira de Azevedo; o bispo de Jundiaí (SP), Dom Vicente Costa; o bispo da prelazia de São Felix do Araguaia (MT), Dom Leonardo Ulrich Steiner e o bispo de Cruz Alta (RS), Dom Friederich Heimler, com um voto cada.

O bispo D. Waldyr Calheiros Novaes, da Diocese de Barra do Piraí e Volta Redonda, em entrevista exclusiva ao CdB, neste sábado, ao analisar o atual quadro político nacional e seus reflexos na Igreja Católica, definiu o pleito na Conferência como um reflexo das disputas ideológicas em curso no país. A ascensão de D. Raymundo Damasceno, segundo D. Waldir, foi uma forma de conter o avanço da ultradireita, após uma negociação entre os setores progressistas e a centro-direita religiosa.

– A tentativa de setores da Igreja de estabelecer a hegemonia de São Paulo sobre o país incomodava o Nordeste e boa parcela de religiosos de Norte a Sul do Brasil, o que colocou de um lado o cardeal paulistano e, de outro, os representantes das demais dioceses, representados por outro cardeal, D. Damasceno. Embora o atual presidente da CNBB seja de uma linha bastante moderada da Igreja, não se compara ao grupo de bispos que fez aquela besteira (o panfleto) contra o aborto, ainda na campanha eleitoral – avaliou.

A escolha do secretário-geral da CNBB, D. Leonardo Steiner, sucessor do lendário bispo da prelazia de São Félix do Araguaia, D. Pedro Casaldáliga – de atuação decisiva na luta contra a ditadura militar no país – equilibra, de certa forma, a disputa com a ultradireita católica, na análise de D. Waldyr Calheiros.

– A CNBB é um colegiado e, em uma estrutura como esta, a Secretaria-Geral é decisiva no estabelecimento das linhas de apoio às comunidades eclesiais de base, principais redutos de resistência contra a opressão do sistema e último ponto de apoio às comunidades que não têm voz junto à sociedade – afirmou.

Ainda assim, de acordo com o bispo progressista, que resistiu ao lado dos trabalhadores à invasão da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda, pelas forças do regime militar em 9 de novembro de 1988, quando três operários foram assassinados e outros 40 sairam feridos do episódio, “os movimentos de base esfriaram no Brasil”.

– As pastorais foram ocupadas por políticos de carreira e perderam muito do objetivo de sua existência ao longo dos últimos anos, o que deixou espaço para o crescimento do conservadorismo observado na ação dos bispos alinhados a D. Odilo Scherer. A disputa na CNBB demonstra o quanto foi necessário se negociar para que se chegasse a um frágil ponto de equilíbrio, preservadas as iniciativas populares de apoio aos grupos mais fragilizados da sociedade – concluiu.


Gilberto de Souza é jornalista, editor-chefe do Correio do Brasil.


http://correiodobrasil.com.br/igreja-negocia-com-os-conservadores-para-impor-nova-derrota-a-ultradireita-catolica/240037/?sms_ss=twitter&at_xt=4dd0ed54761f28ec,0