sexta-feira, 22 de agosto de 2014
MANIFESTO DOS JOVENS CATÓLICOS EM APOIO A DILMA 13 PRESIDENTA.
terça-feira, 9 de abril de 2013
EPS do PT - Esquerda Popular Socialista convoca PT junto aos movimentos sociais para disputar o Brasil.
terça-feira, 6 de março de 2012
Líder do PT reforça posição contra o aumento das barcas no Rio.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Atividade dos 32 anos do PT em Mesquita - RJ, tendo a frente o nosso futuro prefeito do município André TAFFAREL.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Plenária Cidadania Plena em Belford Roxo.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Resolução Política da Esquerda Popular Socialista.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Com o anúncio realizado pelo governo Federal que diz que nossa Mesquita terá a primeira Escola Federal Técnica, uma luta que vencemos juntos, desde à época do movimento estudantil, um sonho que agora irá se tornar realidade, Artur Messias valeu a pena nossa luta, por isso e muito mais que tenho "ORGULHO DE SER MESQUITENSE" !!!!
André Taffarel
domingo, 18 de setembro de 2011
Por uma nova corrente socialista e de massas no PT !!!
RESOLUÇÃO POLÍTICA
Nós, militantes do PT, representantes das seguintes correntes e agrupamentos políticos: Inaugurar um novo período, Tendência Marxista, UPS, PT de Aço, militantes do MRS, e ainda representantes e militantes que se organizam em torno de diversos mandatos da esquerda petista, como o do deputado federal Domingos Dutra (PT-MA), o deputado estadual Anísio Maia (PT-PB), o deputado estadual João Daniel (PT-SE) – sem prejuízo de novas adesões – concordamos na necessidade de constituir uma nova corrente de esquerda, feminista e socialista. Após análise e debate do atual momento no PT, em particular, os desafios da esquerda petista, entendemos que a conjuntura pede e o partido precisa de uma nova tendência com coesão e força política que:
- dispute decisivamente os rumos do PT;
- estabeleça relações orgânicas com os movimentos sociais, do campo e da cidade, priorizando sua atuação nas lutas de massa;
- tenha o socialismo como objetivo estratégico;
- tenha o feminismo e o combate ao racismo como princípios fundantes;
- convoque o movimento sindical e popular, os militantes da CUT, o conjunto dos lutadores sociais para se incorporar ao PT e a disputa dos seus rumos;
- priorize os diversos movimentos e pautas da juventude, os direitos humanos, a defesa da laicidade do Estado, o combate à intolerância religiosa, a luta contra a homofobia, a defesa dos povos indígenas e quilombolas, a luta anti-proibicionista, a luta pela democratização dos meios de comunicação e pelo direito à cultura;
- reivindique centralidade para a reforma urbana, para a luta ambiental e por um novo modelo de desenvolvimento, baseado na sustentabilidade;
- defenda a reforma agrária, agricultura familiar, a demarcação das terras indígenas, o reconhecimento das terras quilombolas e dos atingidos por barragens;
- busque uma atuação institucional que promova esses objetivos estratégicos, fortalecendo o governo Dilma, na perspectiva de aprofundamento das conquistas sociais do povo brasileiro;
- priorize o debate e formação política permanente da sua militância;
A partir dessa compreensão, os 180 militantes de 19 estados, reunidos no Seminário “Inaugurar um novo período”, decidem:
1- Abrir um processo de construção de uma nova corrente de esquerda e socialista no PT, que tenha uma atuação de massas;
2- Convocar um congresso de fundação desta nova tendência, para os dias 3 e 4 de dezembro de 2011, que terá etapas estaduais e poderá também ter etapas municipais e regionais. A proporção para eleição de delegados ao Congresso será definida posteriormente.
3- O Congresso de fundação se dará através de um processo amplo de debate com a participação de milhares de militantes do PT e lutadores sociais que se engajem por adesão através dos encontros de base e preparatórios;
4- Eleger um conselho político e um grupo de trabalho nacional para conduzir o processo de fundação desta nova tendência.
5- Assegurar o critério da paridade entre mulheres e homens na direção e demais órgãos da nova tendência;
6- Assegurar a pluralidade étnico-racial e a representação da juventude na direção e demais órgãos da nova tendência;
7- O temário do Congresso de fundação será o seguinte:
A- Conjuntura Internacional e Nacional
B- A construção do PT, o governo Dilma e os desafios da nova tendência;
C- O PT, os movimentos sociais e a relação com a nova tendência na luta pelo socialismo no Brasil;
D- Programa, Estratégia e Tática para construção do socialismo
E- Política sobre as frentes de massas: Mulheres, Sindical, MST e Agrária, Juventude, Combate ao Racismo, LGBT, Meio-Ambiente, Cultura e Movimentos Populares;
F- Política para a frente institucional;
G- Politica para as eleições sobre eleições de 2012;
H- Política de Formação, implantação e crescimento da nova tendência
I- Politica de comunicação da nova corrente, site, redes sociais, lista e ações de comunicação, propaganda e agitação politica;
J- Politica de Finanças
K- Aprovação do Regimento Interno da nova corrente;
L- Eleição da Direção Nacional e aprovação do nome da nova corrente;
8- Será construído após o Congresso Nacional um processo de retorno nos estados e municípios para debater a implementação da politica de construção da nova tendência;
9- No Congresso Nacional, os diversos deputados e deputadas que se engajarem na nova corrente deverão constituir uma articulação parlamentar no âmbito da bancada federal do PT;
10- Para consecução do processo de constituição da nova tendência os signatários dessa resolução decidem unificar todas as estruturas organizativas que existam, finanças e comunicação, de modo a facilitar e agilizar essa unificação, inclusive nos estados e municípios;
A nova tendência já nasce com representantes nos seguintes estados RS, SC, SP, MG, MS, GO, BA, PE, CE,PB, SE, MA, AL, AM, AC DF, RN, RJ, PA e com representação nas direções do PT, na direção nacional da CUT e da UNE, nas direções estaduais da CUT, em diversas UEEs, no MST, na CONAM, no movimento de mulheres, em diversos movimentos sociais, sindicatos. Nasce também com a participação de prefeitos e vice-prefeitos, deputados federais, estaduais e vereadores.
Convidamos toda militância petista que se identifique com esses princípios e agenda política a se incorporar nesse processo de fundação de uma nova tendência socialista no PT.
“Em nossa bandeira todas as cores, em nossos corações todos os sonhos.”
Contatos: Valmir Assunção – (61) 9902-5102
Mauro Rubem – (62) 8472-5618
Assessoria imprensa: Ernesto Marques (71) 9129-8150
E-mail: porumanovatendencia@gmail.com
segunda-feira, 25 de julho de 2011
PJMP inicia a II Etapa da Escola Nacional José Adelar Nunes.

Meus parabéns a esta iniciativa da PJMP, em pensar a formação do(a) jovem, como todo, para que tenhámos um jovem crítico sabendo do seu real papel de intervenção na sociedade e na igreja.
Ronaldo Castro
PJMP
Rio de Janeiro
Historiador com pós graduação em Juventude.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Igreja progressista negocia com os conservadores para impor nova derrota à ultradireita católica!!!

D. Waldyr Calheiros faz uma análise do quadro político brasileiro
A fragmentação dos partidos da direita no país empurra uma parcela significativa do eleitorado conservador para o centro, com a formação do Partido Social Democrata (PSD), liderado por Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, sob as bênçãos de tucanos e democratas ávidos por uma chance de se aproximar da parcela de centro-esquerda que ocupa o Palácio do Planalto. Esta, por sua vez, realiza um movimento de rápida aproximação do ideário capitalista, demonstrada na recente visita do presidente norte-americano, Barack Obama, ao Brasil e na defesa contundente dos interesses de ruralistas por parte do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), relator das reformas no Código Florestal.
Os novos tempos da política nacional se refletem na disputa recente entre a parcela mais radical da Igreja Católica, liderada pela Arquidiocese Metropolitana de São Paulo, e setores outrora progressistas, hoje no campo da centro-direita, apenas como uma barreira de contenção ao ultraconservadorismo dos signatários daquele panfleto que acusava a então candidata, a atual presidenta Dilma Rousseff, de defensora do aborto, prócer do comunismo ateu, líder guerrilheira, ladra e assassina.
Às vésperas das eleições, em outubro do ano passado, por encomenda da Diocese de Guarulhos, segundo confessaram os proprietários da gráfica que imprimiu o panfleto intitulado Apelo a todos os brasileiros e brasileiras, assinado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, a Polícia Federal – a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – abriu um processo, até agora inconcluso, para identificar a participação do bispo D. Luiz Gonzaga Bergonzini, da Diocese de Guarulhos (SP) na campanha de difamação contra Dilma Rousseff.
Na época, liderada pela professora Monica Serra, mulher do candidato derrotado à Presidência da República pelo arco da direita, José Serra, ganhava corpo uma campanha feroz contra a adversária petista. A própria Dilma, em um dos últimos debates em rede nacional de TV, pediu a Serra que impedisse sua mulher de seguir adiante com o bordão sobre o suposto apoio petista ao aborto.
Além da ação dos policiais federais junto às gráficas paulistas, a indignação da artista e coreógrafa Sheila Canevacci Ribeiro, ex-aluna de Mônica Serra, publicada aqui no Correio do Brasil em matéria exclusiva, na qual lembrava o momento em que a mulher de Serra relatara em sala de aula o aborto a que teria se submetido, foi suficiente para que o candidato recuasse e o assunto se visse afastado do noticiário na imprensa conservadora, duas semanas antes das eleições. A reação do Judiciário e da imprensa independente, no entanto, não deteve o objetivo dos bispos ligados aos setores mais retrógrados da Igreja, de ganhar a Presidência da CNBB.
Até o término das eleições na CNBB, encerradas com a posse de Dom Raymundo Damasceno, em missa rezada nesta sexta-feira, a ultradireita tentou ocupar os cargos em disputa. Dom Raymundo foi eleito em segunda votação, com 196 votos, pois no primeiro escrutínio, apesar da dianteira, não alcançou a maioria necessária de dois terços, 182 votos. Em segundo lugar ficou o cardeal Dom Odilo Scherer, com 75 votos.
No primeiro escrutínio, segundo relatório da CNBB, Dom Damasceno obtivera 161 votos contra 91 de dom Odilo. Na primeira votação, também foram votados o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta (14); o arcebispo de São Luís (MA), Dom José Belisário da Silva; o arcebispo de Belo Horizonte (MG), Dom Walmor Oliveira de Azevedo; o bispo de Jundiaí (SP), Dom Vicente Costa; o bispo da prelazia de São Felix do Araguaia (MT), Dom Leonardo Ulrich Steiner e o bispo de Cruz Alta (RS), Dom Friederich Heimler, com um voto cada.
O bispo D. Waldyr Calheiros Novaes, da Diocese de Barra do Piraí e Volta Redonda, em entrevista exclusiva ao CdB, neste sábado, ao analisar o atual quadro político nacional e seus reflexos na Igreja Católica, definiu o pleito na Conferência como um reflexo das disputas ideológicas em curso no país. A ascensão de D. Raymundo Damasceno, segundo D. Waldir, foi uma forma de conter o avanço da ultradireita, após uma negociação entre os setores progressistas e a centro-direita religiosa.
– A tentativa de setores da Igreja de estabelecer a hegemonia de São Paulo sobre o país incomodava o Nordeste e boa parcela de religiosos de Norte a Sul do Brasil, o que colocou de um lado o cardeal paulistano e, de outro, os representantes das demais dioceses, representados por outro cardeal, D. Damasceno. Embora o atual presidente da CNBB seja de uma linha bastante moderada da Igreja, não se compara ao grupo de bispos que fez aquela besteira (o panfleto) contra o aborto, ainda na campanha eleitoral – avaliou.
A escolha do secretário-geral da CNBB, D. Leonardo Steiner, sucessor do lendário bispo da prelazia de São Félix do Araguaia, D. Pedro Casaldáliga – de atuação decisiva na luta contra a ditadura militar no país – equilibra, de certa forma, a disputa com a ultradireita católica, na análise de D. Waldyr Calheiros.
– A CNBB é um colegiado e, em uma estrutura como esta, a Secretaria-Geral é decisiva no estabelecimento das linhas de apoio às comunidades eclesiais de base, principais redutos de resistência contra a opressão do sistema e último ponto de apoio às comunidades que não têm voz junto à sociedade – afirmou.
Ainda assim, de acordo com o bispo progressista, que resistiu ao lado dos trabalhadores à invasão da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda, pelas forças do regime militar em 9 de novembro de 1988, quando três operários foram assassinados e outros 40 sairam feridos do episódio, “os movimentos de base esfriaram no Brasil”.
– As pastorais foram ocupadas por políticos de carreira e perderam muito do objetivo de sua existência ao longo dos últimos anos, o que deixou espaço para o crescimento do conservadorismo observado na ação dos bispos alinhados a D. Odilo Scherer. A disputa na CNBB demonstra o quanto foi necessário se negociar para que se chegasse a um frágil ponto de equilíbrio, preservadas as iniciativas populares de apoio aos grupos mais fragilizados da sociedade – concluiu.
Gilberto de Souza é jornalista, editor-chefe do Correio do Brasil.















