quinta-feira, 12 de maio de 2011

SEMINÁRIO DO PT NOVA IGUAÇU.


SEMINÁRIO DO PT NOVA IGUAÇU

Sábado, 14 de maio de 2011.


Horário: 09:00 - 17:00.

COLÉGIO LEOPOLDO

Avenida Getúlio de Moura, 1074- Centro.

ALÔ MILITÂNCIA!

Pauta: ·

- Análise de Conjuntura
- Eleições 2012: Perspectivas, Caminhos e Estratégicas

Organização:


09h - Chegada e Credenciamento·

09: 30 - Abertura
11 horas - Mesa 1 - Análise de Conjuntura

12: 30 - Almoço
14 horas - Mesa 2 - Eleições 2012: Perspectivas, Caminhos e Estratégias
17 horas – Encerramento

Conto com a presença dos militantes da Articulação de Esquerda baixada!!

Presenças confirmadas ligadas a nós da AE, Deputada Estadual Inês Pandeló e Vereador Taffarel.

Espero sua confirmação!!!

Ronaldo Castro

terça-feira, 10 de maio de 2011

"Feliz de um povo que não esquece seus mártires" - 25 anos da morte de Padre Josimo.



“Feliz de um povo que não esquece seus mártires”, dizia dom Pedro Casaldáliga. Dia 10 de maio de 2011 celebramos 25 anos do martírio do padre Josimo Tavares. Por isso o recordamos. Confira artigo de frei Gilvander, da CPT Minas Gerais, sobre o martírio de padre Josimo.


Após tentativa de assassinato contra padre Josimo Moraes Tavares, no dia 15 de abril de 1986, quando cinco tiros foram disparados contra a Toyota dele, profundamente ameaçado de morte e de ressurreição, incompreendido até por colegas padres e agentes de pastoral, padre Josimo foi "intimado" a elaborar um relatório de suas atividades e a esclarecer as circunstâncias que levaram a tantas ameaças de morte contra ele.

Em seu belíssimo Testamento Espiritual pronunciado durante a Assembléia Diocesana de Tocantinópolis, MA, no dia 27 de abril de 1986, poucos dias antes de seu assassinato, dizia Josimo que sua morte estava anunciada, encomendada e prescrita nos anais das correntes que desejavam ardentemente eliminá-lo. Novos Anás e novos Caifás já o haviam julgado. Mas Josimo se encontrava firme, pois havia assumido o seu trabalho pastoral no compromisso e na causa em favor dos pobres, dos oprimidos e injustiçados, impulsionado pela força do Evangelho. Josimo declarou:

"Pois é, gente, eu quero que vocês entendam que o que vem acontecendo não é fruto de nenhuma ideologia ou facção teológica, nem por mim mesmo, ou seja, pela minha personalidade. Acredito que o porquê de tudo isso se resume em três pontos principais.

- Por Deus ter me chamado com o dom da vocação sacerdotal e eu ter correspondido.

- Pelo senhor bispo, D. Cornélio, ter me ordenado sacerdote.

- Pelo apoio do povo e do vigário de Xambioá, então Pe. João Caprioli, que me ajudaram a vencer nos estudos.

"O discípulo não é maior do que o Mestre. Se perseguirem a mim, hão de perseguir vocês também." Tenho que assumir. Agora estou empenhado na luta pela causa dos pobres lavradores indefesos, povo oprimido nas garras dos latifúndios. Se eu me calar, quem os defenderá? Quem lutará a seu favor? Eu pelo menos nada tenho a perder. Não tenho mulher, filhos e nem riqueza sequer, ninguém chorará por mim. Só tenho pena de uma pessoa: de minha mãe, que só tem a mim e mais ninguém por ela. Pobre. Viúva. Mas vocês ficam aí e cuidarão dela. Nem o medo me detém. É hora de assumir. Morro por uma justa causa. Agora quero que vocês entendam o seguinte: tudo isso que está acontecendo é uma conseqüência lógica resultante do meu trabalho na luta e defesa pelos pobres, em prol do Evangelho que me levou a assumir até as últimas conseqüências.

A minha vida nada vale em vista da morte de tantos pais lavradores assassinados, violentados e despejados de suas terras. Deixando mulheres e filhos abandonados, sem carinho, sem pão e sem lar. É hora de se levantar e fazer a diferença! Morro por uma causa justa[2].”

Mas ele não imaginava que a morte viria tão cedo. Dia 10 de maio de1986 foi assassinado covardemente enquanto subia as escadas do prédio da Mitra Diocesana de Imperatriz, MA, onde funcionava o escritório da CPT Araguaia-Tocantins. Ainda teve forças para entrar no hospital andando.

Padre Josimo era coordenador da Comissão Pastoral da Terra – CPT - no Bico do Papagaio. O pistoleiro Geraldo Rodrigues da Costa efetuou dois disparos com uma pistola de calibre 7,65. Para executar Josimo contou com a participação de Vilson Nunes Cardoso, que até hoje está foragido.

Em 1993, nova denúncia, apontou como mandantes do assassinato de Padre Josimo, Geraldo Paulo Vieira, Adailson Vieira, Osmar Teodoro da Silva, Guiomar Teodoro da Silva, Nazaré Teodoro da Silva e Osvaldino Teodoro da Silva e João Teodoro da Silva. Em 1998 Adailson Vieira, Geraldo Paulo Vieira (pai do Adailson) e Guiomar Teodoro da Silva foram julgados e condenados. Os dois primeiros foram condenados a 19 anos de reclusão e Guiomar, a 14 anos e 3 meses. João Teodoro da Silva faleceu antes de ser levado a julgamento. Geraldo morreu alguns meses depois da sentença. Osmar Teodoro da Silva ficou foragido durante anos, sendo capturado pela polícia somente em 2001, depois de ter sido alvo do programa Linha Direta, na TV Globo. Em setembro de 2003, ele foi condenado, por unanimidade, a 19 anos de reclusão.

Geraldo Rodrigues da Costa, o executor do crime, foi condenado, em 1988, a 18 anos e 6 meses de reclusão. Conseguiu fugir da penitenciária por três vezes, mas, depois da última fuga, nunca mais fora encontrado. Há informações de que faleceu durante fuga após um assalto na cidade de Guarai, TO.

Em 2006, Claudemiro Godoy do Nascimento, no artigo “20 anos com Josimo”, recordava:

“Há 20 anos atrás, o Brasil vivia momentos de transformações políticas e econômicas que dinamizavam o cenário das relações políticas. Na região do Bico do Papagaio a situação não se diferenciava. Com o anuncio do fim do regime ditatorial havia uma rearticulação política das oligarquias rurais na chamada Nova República. A luta social se encontrava diante de fortes momentos de tensão e conflito por parte de fazendeiros e trabalhadores rurais que tinham na Igreja, na CPT, nos sindicatos e nos novos movimentos sociais do campo uma esperança em ver realmente a Terra partilhada para todos e todas. Josimo é a testemunha fiel e nos ensina de que vale a pena dar a vida pela causa do Reino, das comunidades e do povo. Sua morte significou o compromisso assumido em denunciar as estruturas de morte alimentadas pelas injustiças políticas de mandos e desmandos de uma oligarquia rural que ousava (ou ainda ousa) se estabelecer no poder da República. É neste sentido que Josimo se torna o padre mártir da Pastoral da Terra ao selar com seu sangue uma opção, um compromisso e um engajamento na defesa dos oprimidos, em especial, os trabalhadores rurais. Poderíamos relembrar os versos de Pedro Tierra escritos por ocasião do martírio de Padre Josimo em maio de 1986: Quem é esse menino negro / Que desafia limites? / Apenas um homem. / Sandálias surradas. / Paciência e indignação. / Riso alvo. / Mel noturno. / Sonho irrecusável. / Lutou contra cercas. / Todas as cercas. / As cercas do medo. / As cercas do ódio. / As cercas da terra. / As cercas da fome. / As cercas do corpo. / As cercas do latifúndio.

Diante de tanta fé e de uma teimosia do Reino inexplicável, Josimo sentia-se fortalecido pela experiência de Deus, pois se encontrava dentro do próprio Deus. Com certeza, Josimo fez a experiência de Deus que somente os grandes místicos da humanidade fizeram. Um homem que chega a ponto de saber que terá seu sangue derramado em defesa dos pobres e pela causa do Reino só pode ter tido a experiência concreta do Deus que se fez gente entre os homens e mulheres.

Para Josimo ser padre significava sentir a vida brotando como serviço justo a Deus e aos pobres, sobretudo. Para ele, o culto, a eucaristia, a teologia do sacrifício significava o agrado que fazemos a Deus no serviço aos pobres, aos doentes e marginalizados da sociedade. Percebemos nos escritos, nos poemas e nos registros de Josimo uma profunda intimidade com sua opção primeira, a saber: a Diakonia, ou seja, o serviço, o estar sempre servindo aos mais necessitados. Necessitados do Bico do Papagaio eram os trabalhadores rurais expulsos e espoliados da terra pelos grandes fazendeiros locais e pelos políticos ao estilo coronelista. Portanto, ser padre Josimo era ser Profeta na Justiça, Pastor na Caminhada e Sacerdote humilde que procurava oferecer a Deus oferendas justas. Josimo é a própria oferta. Tornou-se um ofertório vivo para nossas comunidades e para a construção do Reino.

Com certeza, a memória dos 23 anos do martírio de Padre Josimo nos traz à luz a experiência das CEBs – Comunidades Eclesiais de Base -, da Igreja Povo de Deus, Igreja Povo Novo enquanto sinal do Reino de Deus no mundo. Novos Josimos só surgirão quando a Igreja novamente for sinal vivo do Reino de Deus, quando estiver ao lado dos pobres e oprimidos, dos fracos e perseguidos; quando denunciar as injustiças e as opressões cometidas contra o povo; quando anunciar a esperança, a fé, o amor e a alegria aos pobres.

10 de maio de 2009 são 23 anos com Josimo. Ele continua vivo. Vivo nas memórias do povo, nas experiências dos educadores populares, nos escritos da Teologia da Libertação e no compromisso dos poucos agentes de pastorais que continuam reafirmando o mesmo compromisso com o Reino, com a causa de um novo mundo, com a justiça social e a solidariedade para com os excluídos da sociedade. Vivo no martirológico latino-americano, alternativo por excelência, sem nenhuma ligação e reconhecimento por parte da estrutura eclesial oficial. A história não pode perder a figura de Josimo. Ele é importante na história porque promoveu com o povo a história. Com Josimo, os dominados contam suas histórias. Com Josimo, a história não é na lógica da classe dominante. Com Josimo, os dominados são os sujeitos históricos.”

O nome de Padre Josimo está hoje em centenas de Acampamentos de Sem Terra, em centenas de Assentamentos de Reforma Agrária e em centenas de Comunidades Eclesiais de Base. Ele está muito vivo e presente nos corações e na mente de milhões de pessoas que lutam para que a Mãe terra seja libertada das garras do latifúndio e partilhada com milhões de sem-terra através de uma autêntica reforma agrária.

Algumas pessoas nos alertam perguntando: "Por que valorizar tanto ou exclusivamente o martírio, o sofrimento...?" Devemos ser criteriosos para não incentivarmos um martírio voluntário. É claro que existem tantas pessoas que de mil e uma formas, e não raro, mais eficazes e abrangentes, dão testemunho, dinamizam a vida, atuam na cidadania e constroem o bem comum. Não podemos também jamais esquecer a memória dos inúmeros mártires da caminhada. Ai de um povo que esquece os seus mártires.

Belo Horizonte, 10 de maio de 2011, 25 anos com padre Josimo Tavares vivendo vida plena.

[1] Frei e padre carmelita, mestre em Exegese Bíblica, professor de Teologia Bíblica; assessor da CPT, CEBI, SAB e Via Campesina; e-mail: gilvander@igrejadocarmo.com.br – www.gilvander.org.br – www.twitter.com/gilvanderluis - facebook: gilvander.moreira

[2] LE BRETON, BINKA; Todos Sabiam, a morte anunciada do Padre Josimo, Ed. Loyola, São Paulo, 2000, pp. 129-130.






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terça-feira, 26 de abril de 2011

RONALDO CASTRO - SEMPRE NA LUTA POR CIDADANIA.



Perfil é História do Ronaldo Castro - Sempre na Luta por Cidadania.

Ronaldo Castro Monteiro Cerqueira é historiador e com especialização em Juventude. Desde cedo
mostrou disposição e garra para lutar por uma sociedade justa e igualitária
para todos (as). Seja na igreja na Pastoral da Juventude em sua Paróquia São
Sebastião de Austin - Nova Iguaçu, no grupo jovem JUSSA, na coordenação regional e na
coordenação diocesana da Pastoral da Juventude na diocese de Nova Iguaçu e no Partido dos Trabalhadores,
sua
atuação de fibra e disposição nos movimentos populares sempre foi vista
como referência de compromisso, combatividade e ética em sua vida
principalmente na

política, na pastoral, no movimento popular e social.

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Atenciosamente: Patrícia Freitas

domingo, 17 de abril de 2011

Lideranças do PT em Mesquita como o vereador TAFFAREL antecipam metas para cidade.


Lideranças do PT em Mesquita como o vereador TAFFAREL
antecipam metas para cidade.

Raphael Bittencourt
Fotos: Glória Nunes


Semear no presente para colher no futuro. É assim que três das mais importantes figuras políticas do PT de Mesquita tem trabalhado no auxílio ao prefeito Artur Messias, que deixará o cargo ao fim de 2012. São eles o presidente da Câmara dos Vereadores, André Taffarel, a secretária do Meio Ambiente, Cátia Perobelli, e o secretário de governo, Manoel Roque do PT.
Aos 34 anos, Taffarel é um dos mais jovens e influentes políticos petistas de Mesquita. Apesar da pouca idade, o presidente da Câmara já possui vasto currículo no meio político. Filiado ao Partido dos Trabalhadores desde os 14 anos, ele é um dos responsáveis pela legalização do transporte alternativo no município e foi quem apresentou o maior número de propostas de lei em seu mandato como vereador entre 2004 e 2008.
Filho da dona Josefa Maria e pai de duas meninas e um menino, Tafarrel acredita no potencial da família na resolução de problemas e aposta na juventude e na religiosidade. Ele fala da importância de trabalhar com os jovens para que eles não sucumbam à marginalidade e vê a necessidade da criação de uma secretaria para assuntos religiosos. Mas sua maior bandeira é a saúde da população mesquitense.
“Trabalhar a questão da saúde é fundamental. A prioridade do Artur Messias foi a construção de escolas. Ele as construiu e o próximo governo vai qualificá-las. Na saúde é a mesma situação. Quero que Mesquita se torne referência na área da saúde para crianças e adolescentes”, afirmou André Taffarel.

Fonte: http://www.jornalhoje.inf.br/bxd8.htm

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Petista presidirá Subcomissão Permanente da Mulher no Senado

No dia da instalação da Subcomissão Permanente da Mulher, vinculada à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), presidida pela senadora Ângela Portela (PT-RR), senadoras, deputadas e ministras defenderam a implantação de medidas que reduzam a discriminação e a violência contra as mulheres.

A bancada feminina do Senado se reuniu nesta manhã de terça-feira (12) com o presidente da Casa e com as Ministras: de Políticas para Mulheres, Iriny Lopes; dos Direitos Humanos, Maria do Rosário; e de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Barros, além da representante do Supremo Tribunal Federal, Carmen Lúcia.

A senadora Ângela Portela (PT/RO) ficou com a presidência da subcomissão e reconheceu a importância da mulher. “Esse é um espaço para que a gente não discuta os direitos da mulher apenas no mês de março, mas dar continuidade a essa discussão. Pra que a gente possa avançar na resolução desses problemas e ajudar a sociedade brasileira a reconhecer a importância da mulher”.

Para a senadora a subcomissão vai abrir espaço para discussões sobre temas de interesse das mulheres, além de apoiar a implementação dos programas voltados para as mulheres, entre eles o Rede Cegonha e a campanha de prevenção e combate ao câncer de mama e do colo do útero.

Uma das propostas que deverá ser discutidas no início dos trabalhos é a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI, para apurar os diversos aspectos e causas da violência doméstica no País. A proposta foi apresentada pela ministra Iriny Lopes, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, que pediu ainda a aprovação da Lei da Igualdade no Trabalho, enviado à Câmara dos Deputados.

De acordo com Ângela Portela, o objetivo da subcomissão é discutir uma série de assuntos ligados à mulher, como o combate à violência doméstica, tráfico internacional de mulheres, licença maternidade de seis meses e saúde. "É um espaço para debater os direitos da mulher e assuntos que melhorem a qualidade de vida dela", explicou.

Legislação

Para Ângela Portela, a criação de políticas públicas voltadas para as mulheres podem garantir a igualdade de direitos com os homens. "Em diversos momentos somos maioria: nas filas do desemprego, na lista dos salários menores, nas estatísticas de violência. Em outros, como nos altos cargos empresariais, somos minoria. Mas também somos maioria nas universidades e nos concursos públicos, principalmente naqueles do Poder Judiciário, mostrando que lá a igualdade é maior", afirmou Ângela Portela. A senadora criticou o Poder Legislativo e a política partidária brasileira, onde a participação da mulher ainda é pequena.

O ministra Iriny Lopes considera que o avanço na elaboração de políticas públicas voltadas para as mulheres depende da criação de marcos legais, que são debatidos e construídos no Congresso Nacional. "Por isso que a criação desta subcomissão é importantíssima para este novo momento", afirmou a ministra, que listou entre as prioridades de discussão, temas como desenvolvimento profissional, acesso ao mercado de trabalho e aplicação integral da lei Maria da Penha no combate à violência. "A violência intramuros reflete na juventude, na adolescência e na infância de nossas crianças. Ela precisa ser desvendada". (Bruno Costa – Portal do PT com Liderança do PT no Senado)

sábado, 9 de abril de 2011

NOTA DE PESAR - Pastoral da Juventude do Meio Popular - PJMP do Estado do Rio de Janeiro.






NOTA DE PESAR

Pastoral da Juventude do Meio Popular - PJMP do Estado do Rio de Janeiro.

A Pastoral da Juventude do Meio Popular - PJMP do Estado do Rio de Janeiro e de todo o Brasil, vem a público externar a sua profunda tristeza e pesar pelo assassinato brutal de 12 jovens, em 07/04/2011, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste, da capital fluminense.

Expressar tristeza e perplexidade pela tragédia que vitimou os jovens, ceifando delas a vida, em seu dom maior, que é a educação. Essa tragédia é sem precedentes em nossa história, traz à tona o necessário debate sobre a violência na juventude e o acesso e a posse de armas e munições em nosso país, um dos fatores desse massacre. A sociedade civil precisa se lançar em campanha como fazem as Pastorais de Juventude no Brasil, na Campanha Nacional Contra a Violência e o Extermínio de Jovens.

Juventude essa que sofre com falta de políticas públicas voltadas para a área da psicopedagogia e saúde, onde falta o acompanhamento social, para percebermos quando a doença sobrepõe a área educacional. Se houvesse essa ferramenta, poderíamos evitar muitas mortes.

A Pastoral da Juventude do Meio Popular manifesta-se contra a Violência e o Extermínio da Juventude. Somos contra qualquer tipo de ação que extingue a vida, que inferiorize o ser humano, que humilhe, exclua e cause sofrimento. Somos a favor da VIDA, da transformação social, do Respeito mútuo, da Liberdade, da Justiça, da Igualdade e do Amor.

A PJMP associa-se à dor de toda a população fluminense nesse momento e presta suas condolências e solidariedade aos familiares e amigos.

VAMOS JUNT@S LUTAR CONTRA A VIOLÊNCIA

E O EXTERMÍNIO DE CRIANÇA E JOVENS!!!

PASTORAL DA JUVENTUDE DO MEIO POPULAR



sábado, 2 de abril de 2011

Digam sim ao funcionamento e a manutenção do Instituto Benjamin Constant, pelos seus mais de 100 anos de história.


Nessa última semana de março de 2011 e início de abril do mesmo ano foi muito comentado e noticiado pela imprensa o possível fechamento do Instituto Benjamin Constant (IBC) que é uma tradicional instituição de ensino e educação para deficientes visuais localizada no bairro da Urca, no estado do Rio de Janeiro.

Considerado como o pioneiro concreto (IBC), no país para garantir ao deficiente visual o direito à cidadania plena, o Instituto foi pouco-a-pouco derrubando preconceitos e fez ver que a educação e a profissionalização das pessoas portadoras desta deficiência não era utopia e sim uma realidade possível e palpável na vida das pessoas.

Hoje vivenciamos uma tentativa de acabar ou fechar definitivamente com esta instituição secular, não podemos nos calar e omitir diante dessa covardia que se pode cometer pelo Ministério da Educação de nosso país comandado pelo Srº Ministro Fernando Haddad, no qual o instituto é vinculado ao MEC, vamos para ruas denunciar esta atrocidade que pode ser cometida a qualquer momento!

Nessa semana teve uma audiência pública na ALERJ – Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, contra esse ato descabido e sem noção do MEC de fechar as portas deste Instituto tão importante e referência a mais de 100 anos a população do estado do Rio de Janeiro e do nosso país.

Vamos nos articular, mobilizar e manifestar nossa revolta e indiguinação e ir para as ruas gritar e não permitir que possam acabar fechando o Instituto Benjamin Constant (IBC).

No momento, o Instituto Benjamin Constant tem os seus objetivos traçados e focados, transformado num centro de referência e excelência, a nível nacional, para questões relativas à deficiência visual. Além da escola, capacita profissionais da área da deficiência visual, assessora escolas e instituições em gerais e oferece reabilitação física.

Por este motivo vamos dizer o não fechamento do Instituto Benjamin Constant, vamos dizer ao Ministério da Educação que somos contra qualquer atitude que prejudique a população e a favor dos que precisam e necessitam deste renomado centro de referência aos portadores de deficiência visual que é o Instituto Benjamin Constant!!!

Digam sim ao funcionamento e a manutenção do Instituto Benjamin Constant, pelos seus mais de 100 anos de história.

Ronaldo Castro